<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005</id><updated>2012-03-05T12:27:18.503-08:00</updated><category term='Fotos'/><category term='Ficções'/><category term='Resenhas'/><category term='Editorial'/><category term='Artigos'/><category term='Imprensa'/><category term='Entrevistas'/><title type='text'>Blog da Editora Apicuri</title><subtitle type='html'>Artigos | Editorial | Entrevistas | Ficções | Lançamentos | Imprensa | Resenhas</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-2400748848806498277</id><published>2012-03-01T06:49:00.002-08:00</published><updated>2012-03-01T07:02:27.667-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>Entrevista com Marcello José Gomes Loureiro, autor de 'A gestão no labirinto'</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-E02LPXXnmvQ/T0-L6Keg_3I/AAAAAAAAAKM/UjGmQJJPgvI/s1600/capa_final_menor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-E02LPXXnmvQ/T0-L6Keg_3I/AAAAAAAAAKM/UjGmQJJPgvI/s400/capa_final_menor.jpg" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;1. “A gestão no labirinto” foi, originalmente, uma dissertação de mestrado. Por que a escolha desse tema e o que trouxe de novo para a historiografia brasileira?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Pensei em estudar inicialmente a gestão do império português por uma razão muito simples. A maioria dos autores afirma recorrentemente que a Coroa fez isso ou aquilo; tomou essa ou aquela decisão. De alguma forma, isso me instigava a pensar: afinal, o que era essa Coroa? Como ela deliberava e governava seu Império? O que levava em conta quando decidia? Que importância tinham os conselhos palacianos? E, ao buscar respostas na historiografia, percebi que era possível ir além. Na verdade, poucos historiadores tinham se dedicado a estudar a dinâmica política da monarquia, por meio da análise de seus conselhos superiores, o Conselho de Estado, de Guerra, Fazenda e Ultramarino. Não se trata somente de analisar cada um dos conselhos, mas compreender suas relações. As conclusões não apenas reforçaram determinados aspectos que a historiografia mais recente tem enfatizado – a existência de uma monarquia polissinodal e a necessidade de utilização das perspectivas teóricas de &lt;i&gt;império &lt;/i&gt;e de &lt;i&gt;Antigo Regime nos Trópicos&lt;/i&gt;, por exemplo – mas também apontaram, dentre outras coisas, para a importância do Conselho Ultramarino na formulação da política portuguesa, o que é novo. Isso é importante para entendermos como Portugal geriu seu império, de que fazia parte o Brasil, afastando determinadas ideias clássicas advindas da “teoria da dependência” ou ainda a concepção recorrente de “Estado absolutista”, invalidadas pelos resultados da pesquisa. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;2. Conte-nos um pouco da sua trajetória profissional, e de que forma o mestrado e, agora, o doutorado, influenciaram e influenciam na sua carreira.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Concluí, primeiro, a graduação em Administração na Escola Naval, em 2004, e, logo depois, o bacharelado e a licenciatura em História, na UERJ, em 2006. Em seguida, fiz dois cursos de especialização em História, o de História do Brasil, na UFF, em 2009; e em História Militar Brasileira, na UNIRIO, em 2010. Isso me trouxe a oportunidade de conhecer a pesquisa de diversos historiadores do Rio de Janeiro. Fiz então o mestrado na UFRJ, concluído em 2010, sob a orientação do Prof. Dr. João Fragoso, a quem devo muito. As inquietações em torno dos modos de gestão da monarquia portuguesa foram fundamentais em toda essa trajetória, mas assumiram um caráter mais sistemático na pesquisa para o mestrado. O tema é tão importante para mim que, em larga medida, continua a ser aprofundado na pesquisa de doutorado iniciada em 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;3. Como chegou a este tema abordado no “A gestão do labirinto”?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Minha intenção inicial era compreender como se organizou o interesse português em torno da região do Rio da Prata, cujo domínio pertencia à Espanha. A meu ver, tal interesse era muito curioso porque se processava tanto na Bahia e no Rio de Janeiro, como em Lisboa. Havia uma circulação de informações que o viabilizava dessa forma e indicava uma maneira possível para se compreender as conexões do império português. Além disso, na documentação, o Prata normalmente aparecia vinculado a outras áreas do império, desde a Bahia e Rio de Janeiro, como citei, até Pernambuco e Angola. Também é relevante o fato de a discussão em torno do Prata aparecer não somente na documentação do Conselho Ultramarino, mas também nas consultas do Conselho de Guerra, de Estado, nos papéis de comerciantes, governadores, etc. Para entendê-la, portanto, pressupunha-se conhecer melhor a gestão da monarquia portuguesa. Uma gestão que, em face de sua complexidade, processava-se “no labirinto”. Em outras palavras, uma gestão que se desenrolava dentro de uma estrutura de Estado que comportava diversas instâncias decisórias, cada uma delas dotadas de autorregulação, configurando um processo decisório extremamente intrincado e não linear. Um Estado que nada tinha de “absolutista”. Para dar ainda mais calor à narrativa, escolhi uma conjuntura que era crítica para Portugal: a das guerras contra Espanha, decorrentes do fim da União Ibérica, e contra os holandeses, que esfacelavam o império português no ultramar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;4. Quais as dificuldades maiores para a pesquisa? E que pesquisa faz atualmente?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Refletir acerca dos processos de gestão de uma monarquia que é pluricontinental – conceito recentemente formulado pela historiografia para tratar da monarquia portuguesa – envolve uma série de variáveis, cujo controle é muito complexo. É preciso ponderar, por exemplo, a cultura política da época, pautada no catolicismo; a arquitetura de poder da Coroa, ou seja, os Conselhos por onde tramitava a documentação; as amizades e redes sociais dos conselheiros; o papel das elites locais na construção da política ultramarina, etc. Realmente, o conjunto de variáveis é expressivo, do que decorre também o exame de quantidade significativa de documentos. Atualmente, na pesquisa de doutorado, prossigo a análise da gestão da monarquia portuguesa. Contudo, busco não apenas extrapolar a questão em torno do Prata, abarcando o império de forma mais abrangente. Além disso, detenho-me mais nas redes sociais dos conselheiros da Coroa e nas formas como utilizavam os argumentos da cultura política da época para sustentar seus pareceres ao rei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;5. Qual interesse maior em publicar o livro? Quais as expectativas? Alguma coisa que queira acrescentar?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Minha intenção maior é divulgar as ideias desenvolvidas ao longo do livro, colocando-as, naturalmente, em debate. Um livro costuma reverberar muito mais do que uma dissertação. Assim, espero poder contribuir para elaboração de novos trabalhos, seja por meio das conclusões apresentadas, seja pela validação de certos conceitos teóricos. Em última análise, contribuir para a historiografia com novos debates e assuntos pouco explorados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Marcello Loureiro&lt;/b&gt; é bacharel em administração (Escola Naval), bacharel e licenciado em história (UERJ), especialista em história do Brasil (UFF) e em história militar brasileira (Unirio), e mestre em História Social (UFRJ). Atualmente, é doutorando pelo Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ, editor da revista &lt;i&gt;Navigator&lt;/i&gt;, publicação semestral da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, e sócio e pesquisador do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil. (&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/3108999053034006"&gt;http://lattes.cnpq.br/3108999053034006&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-2400748848806498277?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/2400748848806498277/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=2400748848806498277&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2400748848806498277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2400748848806498277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/03/entrevista-com-marcello-jose-gomes.html' title='Entrevista com Marcello José Gomes Loureiro, autor de &apos;A gestão no labirinto&apos;'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-E02LPXXnmvQ/T0-L6Keg_3I/AAAAAAAAAKM/UjGmQJJPgvI/s72-c/capa_final_menor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-2687863955626369182</id><published>2012-02-29T07:15:00.002-08:00</published><updated>2012-02-29T07:45:40.656-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Palavras armadas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y5xEoHizjb0/T05Az9EzSNI/AAAAAAAAAJk/ixk3lLTYaN4/s1600/api_ric.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y5xEoHizjb0/T05Az9EzSNI/AAAAAAAAAJk/ixk3lLTYaN4/s400/api_ric.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Daniella Gandra&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ricodigitava sua tese de final de curso para comprovar o que já não era maisnovidade para ele: as palavras expressas pela escrita, seja com a finalidade detrabalho ou por simples prazer, são sempre sobras da essência do ato de se escrever.Nunca são completas, mas gerais, como em um resumo, onde somente o referencial,comum a todos que lerão tal obra possa ser capaz de ser depreendido. Pois quasesempre a maioria que tem por hábito a leitura, e muitas vezes, o próprio autorcostumam enquadrar as muitas observações, as muitas entrelinhas em um único eamplo sentido, dando margem a outras significações. Estas serão percebidas apartir do modo como o leitor encara a vida, e tudo o que a rodeia e o afeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ricoestava cansado, mas continuava incessantemente sua colaboração com o meioacadêmico, uma vez que sua tese seria publicada em periódicos da faculdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Nãose sentia orgulhoso, tampouco ansioso por vê-la sendo lida e conhecida poralgumas pessoas que lhe tinham ganhado o respeito. Mas se sentia desonesto,quase um leviano por não conseguir escrever dentro de suas intenções, e provarpara todos que suas palavras habitavam espaços além daquele no qual estariamexpressas por escrito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Issocorroía seus pensamentos criativos; então, a cada dois minutos, chupava umabala de café, ou caminhava pela sua sala, girando em torno da mesa onde sealocava o seu laptop, a sua engenharia que parecia imóvel quando a olhava de pée, ao mesmo tempo, em pleno movimento, com nuances, quando a fazia ter algumsentido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;ParaRico, as palavras eram exatamente como o seu computador.&amp;nbsp; Ficavam ali, em sua mente, aguardandopossíveis usos, na espera de serem aproveitadas. Mas ele tinha consciência deque a totalidade da sua ação de escrevê-las, mesmo que as encaixando com outrastantas, a fim de provocar maior convencimento de suas ideias ou embelezá-lassimplesmente, não seriam suficientes para preencher os vazios seguidos depontos, de vírgulas e eteceteras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Chateava-seprofundamente com essa falta de manejo que elas lhe cometiam, e que não odeixava encontrar formas de trazer à tona seus segredos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Continuavaquase que mecanicamente a escrevê-las, e pensava que por ser rico, talvez, elasse viam desnecessárias em suas empreitadas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;Daniella Gandra&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;é professora e revisora de textos de língua portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;Escreve no coletivo&lt;span style="color: #17365d;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://www.tribunaescrita.blogspot.com/"&gt;http://www.tribunaescrita.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-2687863955626369182?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/2687863955626369182/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=2687863955626369182&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2687863955626369182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2687863955626369182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/palavras-armadas.html' title='Palavras armadas'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Y5xEoHizjb0/T05Az9EzSNI/AAAAAAAAAJk/ixk3lLTYaN4/s72-c/api_ric.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-5239015089783252333</id><published>2012-02-28T05:07:00.003-08:00</published><updated>2012-02-28T05:08:35.842-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Artigo publicado no Observatório da Imprensa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed681_a_imprensa_e_as_paixoes_da_campanha_civilista" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-1Ce3JMGhUA0/T0zQ_GbdukI/AAAAAAAAAJc/f33Mn12MvRw/s400/oi_batalha.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;Eleições 1910 - A imprensa e as paixões da CampanhaCivilista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Orlando de Barrosem &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed681_a_imprensa_e_as_paixoes_da_campanha_civilista" target="_blank"&gt;14/02/2012 na edição 681&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Apresentação de &lt;i&gt;ABatalha Eleitoral de 1910 – Imprensa e Cultura Política na Primeira República&lt;/i&gt;,de Vera Lúcia Bogéa Borges, 468 pp., Apicuri Editora, 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Vera Lúcia Bogéa Borges já nos havia dado, em 2004, o ótimolivro &lt;i&gt;Morte na República, os últimos anosde Pinheiro Machado e a política oligárquica, 1909-1915&lt;/i&gt;. Agora nos dá esteoutro, &lt;i&gt;A Batalha eleitoral de 1910,imprensa e cultura política na Primeira República&lt;/i&gt;. Ambos os livrostematizaram aspectos da chamada Campanha Civilista. O primeiro tratou das urdiduraspolíticas e do assassinato do senador Pinheiro Machado. Neste segundo livro, oobjeto principal é a imprensa, o meio pelo qual as paixões da Campanha seacenderam, estudo muito relevante, pois dá azo a compreender problemas quepersistem, não obstante os esforços da historiografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A célebre campanha de Rui Barbosa constituiu-se,efetivamente, num episódio memorável de embate de ideias, quebrando o marasmodas eleições presidenciais, cujos resultados já se sabiam antecipadamente, porcausa do acordo “café com leite”, apoiado pelas oligarquias provincianas,subalternas às de Minas Gerais e São Paulo. A imprensa haveria de cumprir umpapel essencial na crítica àquele estado de coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mudanças rápidas atingiam a imprensa nos anos da &lt;i&gt;belle époque&lt;/i&gt;. As notícias chegavam comceleridade, graças às conquistas da civilização: telégrafo, cabo submarino,telefone. Eletrificavam-se os parques gráficos e as oficinas, trazendo confortoe agilidade às redações. A impressão a cores difundia-se e barateava; as fotografiastornavam-se cada vez mais comuns. Os veículos motorizados substituíam otransporte animal, melhorando a distribuição, o mesmo que as ferrovias, comjornaleiros viajantes a vender jornais e revistas nos lugarejos; e os correios,aos assinantes interioranos. Os repórteres dos novos tempos recorriam cada vezmais à datilografia e à fotografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A paixão “pelas folhas”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Passadas duas décadas da proclamação da República, aimprensa procurava representar os interesses que lhe permitisse pleitear maissubsídio ou patrocínio publicitário. Parte dos jornais da capital federal, porexemplo, defendia os interesses portugueses, isso porque, no tempo de Floriano,os comerciantes lusos viram-se prejudicados pelo governo. Estes homens denegócio procuravam defender os seus interesses por meio dos veículos decirculação permanente, tendo quem lhes defendesse – jornalistas importantes,como João do Rio. Da mesma forma, na capital federal, líderes nacionais,facções, homens de negócios, brasileiros ou estrangeiros, com recursos privadosou públicos, procuravam emitir seus pontos de vista e influenciar leitores eautoridades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O crescimento demográfico, a industrialização incipiente e ocrescimento econômico ascendente possibilitavam expandir a publicidade, pois avenda dos diários não permitia, por si só, a sobrevivência dos jornais. Osgrandes debates nacionais apaixonavam as redações. Perto do início da PrimeiraGuerra Mundial já estava bastante difundido o “colunismo”, multiplicando-se asespecialidades As entrevistas ainda não eram muito comuns nessa época, e mesmoem 1926, como diria Mario Nunes, colunista de teatro e um dos poucos a praticara &lt;i&gt;interview&lt;/i&gt;, ao entrevistar BenedettaMarinetti.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Pode-se dizer que as eleições eram o máximo a explorar,mobilizando editorialistas, repórteres, colunistas e um verdadeiro exército decolaboradores. Os diários não se bastavam com as matérias próprias, eestampavam também os “a pedidos”, as cartas de leitores, os manifestos, osesclarecimentos, os protestos de correligionários, as charges etc. A CampanhaCivilista excedeu às demais eleições presidenciais em excitação, até a de 1930.Nos anos 1920, no &lt;i&gt;Para Todos&lt;/i&gt;, ÁlvaroMoreira lembrou-se do duro embate de Carlos de Laet e Gil Vidal, dos ataquesmútuos do &lt;i&gt;Jornal do Brasil&lt;/i&gt; e do &lt;i&gt;Correio da Manhã&lt;/i&gt;, quando revelou que seformara advogado em 1910, mas que deixara as leis pelas redações, tomado depaixão “pelas folhas”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Política externa e expansão naval&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Os motivos de tanta exacerbação não foram poucos: para oscivilistas a questão em jogo era a natureza da república brasileira, que serviaà oligarquia interesseira e aliada a especuladores sem escrúpulos. Acandidatura Hermes representava a autoridade discricionária, os acordos degabinete, a ameaça de golpe, a mentalidade militar tacanha, a falta deimaginação e a incompetência. E era cercado pelos mais espúrios elementos dapolítica nacional, que mantinham azeitada a máquina do reconhecimentoeleitoral, a decepar cabeças inconvenientemente eleitas. Os defensores deHermes afirmavam que sua candidatura garantia a ordem, o predomínio daautoridade central sobre os atrasados “coronéis” das periferias, o freio àdispersão do federalismo exagerado. Para alguns, tanto no meio civil como nomilitar, Hermes revivia a aproximação com o povo, que havia existido sobFloriano, durante a Revolta da Esquadra, como ideal positivista de ordem eprogresso, tal como difundido nos quartéis no fim do Império, antídoto à indiferençada classe agro-exportadora à questão social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A candidatura Rui representava, para os seguidores, orespeito às leis e ao funcionamento regular das instituições, a renúncia àforça e ao arbítrio, a civilização dos costumes, a prevalência da educação e dacultura, a moralidade pública. Tratava-se de uma candidatura “de direito”, a dohomem de grande estatura intelectual e moral, a “Águia de Haia”. Os adversáriosdiziam de Rui que ele representava o predomínio do formal e do ideal sobre ascoisas práticas, do jurisdicismo e do leguleio sobre a objetividadeadministrativa. Rui não teria força para debelar as crises, nem inspiravaautoridade. Tal acirramento ocorreu, pode-se dizer, primeiramente porque,naquele instante, havia mesmo uma real possibilidade de vitória da oposição, aocontrário das eleições presidenciais anteriores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Além disso, 1908 transcorreu agitado. Surgiu a ConfederaçãoOperária Brasileira, controlada pelos aguerridos anarquistas que, em maio,impuseram uma greve geral à companhia de fornecimento de gás, deixando acapital federal às escuras por cinco dias. Outra complicação foi a dos atos“militaristas”: a reforma militar, o rearmamento e a lei de recrutamento, comobstinada oposição de Rui Barbosa no senado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Naquele momento, “militarismo” expressava a condução dosnegócios públicos conforme a ótica da defesa nacional, como cultura políticaconjuntural, vindo do belicismo alemão, nas últimas décadas do século 19, e daentente cordiale, firmada em contrário, por França e Inglaterra, em 1904. Emconsonância, no Brasil, na pasta da Guerra, o marechal Hermes procurou rearmaro Brasil, alinhando-se com a política externa do barão do Rio Branco e com aexpansão naval comandada pelo almirante Alexandrino de Alencar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Rui Barbosa ou a revolução”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;“Militarista” significava também a forma como se instituiu arepública no Brasil, por meio de um golpe militar, imposto à monarquia.“Militarista” teria sido o governo de Floriano, amplamente contestado, pelasupremacia das armas na política, duro repressor de insurretos e opositores, àscustas de prisões, execuções e exílios, tendo sido o próprio Rui Barbosaobrigado a exilar-se, como vítima do “militarismo” do Marechal de Ferro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Rui Barbosa foi eminente jornalista. Disse certa vez: “Duasprofissões tenho amado sobre todas – a imprensa e a advocacia. Numa e noutra mevotei sempre à liberdade e ao direito”. Mas os colegas dos jornais não opouparam. Carlos de Laet, no &lt;i&gt;Jornal doBrasil&lt;/i&gt; – que Rui Barbosa ajudara a fundar, em 1893 –, o acusou de ter“traído” a monarquia na última hora, que foi o responsável pela “desastrosa”política econômica no “Encilhamento”, e que advogava contra os interessesnacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Pela primeira vez na história das campanhas presidenciais, aparticipação popular foi relevante. Nas fotografias estampadas nos diáriosvemos multidões espremendo-se nas praças públicas, nos &lt;i&gt;meetings&lt;/i&gt;, nas estações ferroviárias e diante dos prédios dosjornais, durante a apuração. Aquela era uma hora de decisão, como bem expressouum panfleto do deputado Otávio Mangabeira, em nome dos “republicanos de verdadee dispostos a agir, (...) Rui Barbosa ou a revolução”. Apesar disso, apenas1,7% da população participou das eleições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Ponderação e equilíbrio&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;De Santa Catarina, na derrota, queixou-se amargamente HercílioLuz: triunfara o caudilhismo, “um eclipse da civilização, mediocridade e semescrúpulos dos que apoiam a candidatura militar. Os Castros se sucederão, osmotins dos quartéis serão contínuos, a iniquidade, a falência da lei...efervescência revolucionária das infelizes repúblicas hispano-americanas...incompetência ... Por isso queria a revolução rápida e preventiva”. Mas arevolução não veio e o governo de Hermes da Fonseca foi, mais ou menos, o quepreviu Hercílio Luz, um rol de intervenções militares nos estados, um promotorde derrubadas de oligarcas, que logo voltavam a se assentar mais oligárquicosque nunca. A sociedade brasileira, derrotada, teria de aguardar por duasdécadas pela campanha eleitoral de Vargas, tão igualmente empolgante, porém menosgenerosa e liberal que a Civilista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em 2009, às vésperas do centenário da Campanha Civilista,Vera Lúcia Bogéa Borges, defendeu sua brilhante tese de doutorado, celebrando,assim, a passagem histórica memorável, em que fala dos projetos, grandezas e misériasda república brasileira. Os leitores deste livro estimulante encontrarãoponderação e equilíbrio, constante transferência de voz dada aos personagens daépoca (com ótimas transcrições de falas), e também muitas charges, ilustraçõese fotografias, que tanto enriquecem a exaustiva e bem documentada obra,ajudando o leitor a ter uma compreensão abrangente e aprofundada da campanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Orlando de Barros&lt;/b&gt;é doutor em História Social, pós-doutorado pela Università degli Studi di RomaTor Vergata e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-5239015089783252333?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/5239015089783252333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=5239015089783252333&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5239015089783252333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5239015089783252333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/artigo-publicado-no-observatorio-da.html' title='Artigo publicado no Observatório da Imprensa'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1Ce3JMGhUA0/T0zQ_GbdukI/AAAAAAAAAJc/f33Mn12MvRw/s72-c/oi_batalha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-5186616746864580895</id><published>2012-02-27T08:22:00.005-08:00</published><updated>2012-02-27T08:23:20.324-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Para o nascimento do personagem</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-L8dj7jacHfc/T0utk_IzfeI/AAAAAAAAAJU/suc6OmiLqgU/s1600/ceu_api.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-L8dj7jacHfc/T0utk_IzfeI/AAAAAAAAAJU/suc6OmiLqgU/s400/ceu_api.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Carolina Silvestrini&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O início é aconstrução do céu, depois um agitar qualquer de asas; uma cidade, um país. Arestituição de membros e pensamentos àquele que ainda não é senão um esboço dehomem até que se torne inteiro – por fim, aplicamos a ele uma palpitação:deixamos que vá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Observamoscom olhos clínicos o homem criado, sem impor a ele limites ou bordas.Entregamos a cidade e o acaso, analisando como se comporta, anotando tudo. Nãotemos controle sobre a envergadura de suas asas – nem queremos. O que ele faráno universo recém-criado e ainda úmido que lhe demos é precisamente o que deveser feito; suas decisões, já tão longe de nossas mãos, serão apenas suas, e opapel que ele desempenhar será o que lhe convier, o que lhe fizer sentido eestiver de perfeito acordo entre suas cinco cabeças tristes, seus tantos braçosinquietos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;CarolinaSilvestrini&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;: pintura abstratana sala de espera, formada em Cinema pela FAAP. Publicou nas antologias &lt;i&gt;Expresso600&lt;/i&gt; (Ed. Andross) e &lt;i&gt;Em busca da sabedoria&lt;/i&gt; (org. Arnaldo Giraldo),tendo participado também da edição 12 da Revista &lt;i&gt;Offline&lt;/i&gt;. Atualmenteescreve seu primeiro romance, &lt;i&gt;Estudo de um pássaro&lt;/i&gt;. Adepta da literaturasubaquática, bloga em &lt;a href="http://opeixesoluvel.blogspot.com/" target="_blank"&gt;O Peixe Solúvel&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-5186616746864580895?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/5186616746864580895/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=5186616746864580895&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5186616746864580895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5186616746864580895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/para-o-nascimento-do-personagem.html' title='Para o nascimento do personagem'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-L8dj7jacHfc/T0utk_IzfeI/AAAAAAAAAJU/suc6OmiLqgU/s72-c/ceu_api.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-3167133670203489670</id><published>2012-02-15T05:01:00.003-08:00</published><updated>2012-02-15T05:02:26.208-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Copo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8JVfx-saHVw/Tzusbn0VZZI/AAAAAAAAAJE/vPld2NqGwsY/s1600/conto01bar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-8JVfx-saHVw/Tzusbn0VZZI/AAAAAAAAAJE/vPld2NqGwsY/s400/conto01bar.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Henrique Amud&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Aquelas paredes gordurosas nunca ficariam totalmente limpasse dependesse dos clientes. Apenas o suficiente pra vigilância sanitária nãomultar ninguém. A sujeira traz um certo conforto, a certeza de que o bar nãoatrairá a clientela errada, os preços não subirão e a conta ainda pode serpendurada. Samir preferia os horários de menos movimento, entre duas e quatroda tarde. Não que aqueles trinta metros quadrados ficassem lotados, mas ele nãosuportava os velhos bêbados discutindo em voz alta, tentando chamar atenção,olhando para os lados à procura de uma cabeça fazendo um gesto afirmativo.Nesses momentos, Samir conseguia vê-los através de sua visão periférica,esperando um milésimo de atenção - "Tô errado?" - para trazê-lo paraa conversa, mas seu olhar fixava-se em algo ou alguém e os senhores bêbadoscaçavam outra cabeça nas redondezas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Joca, desgostoso como todo o sempre, abriu a garrafa,serviu-lhe o copo e voltou a assistir televisão. Quando foi abrir a segundagarrafa, percebeu Samir tão desgostoso quanto ele, talvez até mais. "Quefoi, macho?", perguntou numa mistura de sotaque cearense com lusitano."Uma entrevista ruim". Joca encheu o copo de Samir e puxou um da piapara si. "Virou gente famosa?", e bebeu um gole. Samir soltou umpequeno riso involuntário e explicou que era jornalista e acabara deentrevistar um ex-professor. "E ele disse que você era um jornalista demerda?". Samir o fitou desamparado. Falava igual a todos os velhos bêbadosque transitavam por ali, talvez por influência deles ou talvez os tenhainfluenciado, mas não tinha melhor lugar para desabafar qualquer coisa do queali. "Não, ele é um merda". "Acontece", Joca riu e serviumais um copo de cerveja para cada um. Os dois bebiam rápido, importando-se maiscom o efeito do que com o gosto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Samir explicou que trabalhava num jornal faz poucos anos e,quando recebeu um e-mail da acessoria de imprensa de uma editora, viu que erapara o lançamento do primeiro romance de um ex-professor seu, praticamente umídolo durante a faculdade. "Jorge Salgado, um dos poucos resquícios deinteligência daquela faculdade. Daí eu formulei rapidinho uma proposta dematéria que foi aceita pela minha editora". Joca saiu no meio da frase deSamir, sem nada dizer, para servir uma mesa. Mas logo voltou. "Acho quecomecei a ficar deprimido quando li o livro, um romancezinho de banca derevista cheio de cenas de sexo mal escritas, um monte de fetiches incompletosde um cara que não deve ter comido mais do que três mulheres a vidainteira". Joca riu alto, "Minha mulher lê essas coisas, vou indicaresse Salgado pra ela", parecia mais interessado na conversa. "O pioré que dá pra ver perceber ele tentando evitar todos os clichês possíveis, emcada página, e fazendo merda atrás de merda atrás de merda, só pra evitarclichês. Ele acha que está subvertendo milhares de anos de literatura na porrado livro, mas não tem pé, nem cabeça, nem tesão, nem porra nenhuma". Jocaria mais e pedia pra Samir detalhar as cenas de sexo. "Gente, ouve issoaqui", chamou a atenção dos outros poucos clientes e praticamente obrigouo jornalista e esmiuçar algumas das desventuras sexuais do protagonista dolivro, o que ele fez muito brevemente, cheio de relutância. Não tinha nem ânimopara fazer piada do ex-professor. "Eu queria ler livros assim", disseo Joca. "Esse cara merece um prêmio", alguém gritou. E na verdadeexistia um prêmio anual, na Inglaterra, para as piores descrições de sexo emliteratura. Valia seiscentas libras. Samir achava que Jorge Salgado realmentemerecia esse prêmio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O pior foi a conversa. Mal falaram sobre o livro, já queSamir fez somente algumas perguntas básicas para a matéria, mas não queria seaprofundar no assunto. Preferiu perguntar sobre a vida profissional. JorgeSalgado não tinha idéia de quem era Samir, não gostava de falar sobre seus diascomo professor - "Salário baixo e muito pó" - e estava totalmentedesiludido com o jornalismo. Até fez piada com a cara do entrevistador. Disseque entrou para a faculdade na esperança de ganhar discos e ver filmes degraça, mas hoje em dia ninguém mais precisa disso, está tudo disponível nainternet e tudo parece lixo. "Como assim?", Joca bebeu mais um copo."Eu compro um monte de disco todo mês, minha mulher tá sempre mearrastando pro cinema pra ver aquelas porcarias que ela gosta". Samirfitou Joca. Ele não entenderia. Tinha mais uma porção de anedotas sobre aentrevista para desabafar, mas não queria ter que ficar explicando as coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Samir era a clientela errada e nem fazia ideia disso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Henrique Amud&lt;/b&gt; éroteirista. Natural de Manaus, reside no Rio de Janeiro com visto de turista.Teve um conto publicado na &lt;i&gt;RevistaFicções #19&lt;/i&gt;. Atualmente prepara uma coletânea de contos curtos comilustrações do artista Ricardo Manjaro que talvez veja a luz do dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-3167133670203489670?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/3167133670203489670/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=3167133670203489670&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3167133670203489670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3167133670203489670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/copo.html' title='Copo'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8JVfx-saHVw/Tzusbn0VZZI/AAAAAAAAAJE/vPld2NqGwsY/s72-c/conto01bar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-8047466347384046487</id><published>2012-02-14T08:27:00.002-08:00</published><updated>2012-02-16T07:56:28.716-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Projeto Imã e geração mimeógrafo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JKUcjmjObgY/TzqL7glDvYI/AAAAAAAAAI0/I8fv6KETsKw/s1600/api_GCULT8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-JKUcjmjObgY/TzqL7glDvYI/AAAAAAAAAI0/I8fv6KETsKw/s400/api_GCULT8.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Rosangela Dias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Matéria no Segundo Caderno de O GLOBO de 6 fev. 2012, sobreprojeto Motor, lançado pela editora Imã,&lt;a href="http://oglobo.globo.com/cultura/editora-cria-selo-para-autores-jovens-com-livros-sob-demanda-3902946"&gt;http://oglobo.globo.com/cultura/editora-cria-selo-para-autores-jovens-com-livros-sob-demanda-3902946&lt;/a&gt;,chamou minha atenção. O projeto busca fechar a conta do mercado editorial, onde“há mais oferta do que demanda”. A ideia, entretanto, não parece ser adiminuição da oferta e, sim aumentá-la, já que novos autores serão lançados.Motor se destina a autores novos, difíceis de serem publicados pelas editoras.Os livros sairão em versão e-book e impressa com tiragem pequena, cinquentaexemplares apenas, simultaneamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;No decorrer da matéria mais explicações do projeto vieram.Como sou editora, fiquei curiosa em relação a alguns pontos. Por exemplo, parafechar a conta a fórmula do Projeto visa a permitir, teoricamente, descartar“gastos editoriais”. Pergunto: a conversão para e-book não seria um gastoeditorial? E, antes disso, revisão, diagramação, projeto gráfico, capista, nãoseriam “gastos editoriais”? Se o texto será impresso, isso deverá ser feito eterá um custo. Quantos exemplares precisarão ser vendidos para pagar os custose, depois, ser lucrativa a empreitada?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A proposta é que sejam impressos 50 exemplares, e aslivrarias receberiam um exemplar apenas. Isso seria suficiente para a livrariase interessar pela venda do livro? Onde colocariam esse exemplar? Talvez nemregistrem o livro, já que a venda do mesmo implica em retirá-lo do estoque.Caso alguém procure o livro na livraria, exemplar único já vendido, como deveproceder o comprador? A livraria se encarregaria de pedir o livro? Ou o leitorentra na Internet e o adquire?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Penso que o problema maior das editoras é a ausência depúblico leitor. A matéria chama a atenção para esse fato ao afirmar: “Aspessoas não consomem tantos livros assim”. O Brasil possui somente 30% dapopulação de alfabetizados funcionais. Ainda assim, o número de leitores empotencial é grande. Nem sempre fui editora, talvez para quem sempre tenhavivido no meio não conheça a dimensão desta ausência de leitores, inclusive e,talvez, sobretudo de literatura, no Brasil. Fui professora do ensinofundamental e depois professora universitária, e meus colegas de profissão, emambas as esferas, só liam textos ligados ao ensino no sentido (r)estrito. Istoquando liam. Só conheci uma professora, em toda minha trajetória de 20 anos evárias instituições de ensino, que apreciava e consumia literatura. Perguntavaa meus pares se conheciam Milton Hatoum, Cristóvão Tezza, Luiz Ruffato e nada,sem a menor ideia de quem se tratavam. Isto no Rio de Janeiro e no meiouniversitário. Imagine fora de um grande centro e em um meio em que aalfabetização funcional não tenha sido completada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O livro &lt;i&gt;Ágape&lt;/i&gt;, dopadre Marcelo Rossi, ultrapassou os 3 milhões de livros vendidos. Não, nãopretendo editar o padre Marcelo, só quero mostrar que, há um público leitor empotencial, se este aumentasse o leque de suas escolhas, teríamos maisconsumidores de literatura, de todo o tipo de literatura. Acredito que nosfalta pluralidade, não há um incentivo para o consumo de livros fora de suaárea de atuação profissional, ainda não sei o porquê, mas isto é outro assunto.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Entretanto, o que achei mais interessante no projeto Motorfoi que, percebi certa semelhança com a famosa Geração Mimeógrafo dos anos1970. Futuquei no Google algo a respeito da mesma e deparei-me com artigo doséculo passado, mais precisamente de novembro de 79, escrito por Nicolas Behr, &lt;a href="http://www.nicolasbehr.com.br/pageracaomim.htm"&gt;http://www.nicolasbehr.com.br/pageracaomim.htm&lt;/a&gt;.Neste há duas ideias próximas ao que é proposto pelo projeto Motor. Uma delas éque tanto a Geração Mimeógrafo quanto o Projeto Motor propõem o autor como &lt;i&gt;selfpublishing&lt;/i&gt;, ainda que a primeira nãoutilizasse este tipo de termo. O autor devia ir “pelo desvio” e burlar “todo oesquema editorial montado em cima do livro”, diz o artigo de Behr. Não seriaideia parente, quase irmã do Projeto Motor, para quem o termo estrangeiro seria“uma espécie de via do meio [...] em que o autor consegue imprimir seu livro,sem a necessidade de um editor”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mais interessante ainda é a segunda ideia parelha. A Geraçãomimeógrafo já pensava em um texto em constante mutação e produção. “Quando seedita um livro em mimeógrafo o autor tem condições de manter seu trabalho vivo,pois pode modificar seu livro a cada edição”, coloca o artigo de Behr. Tal é aproposta do Projeto Imã, agora por meio do cyber espaço e não com álcool emecânica, ao colocar “o leitor tendo o direito ao “upgrade” da obra – com a tiragemreduzida e a consequente facilidade de reimpressões, o livro seráconstantemente revisto pelo autor e por revisores”. O &lt;i&gt;publisher&lt;/i&gt;, responsável pelo Projeto, arremata que no “balão deensaio do selo Motor, o livro é uma obra viva e em constante transformação”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Continuo achando que o nosso problema é o reduzido e nadaplural público leitor. Não adianta autores fazerem malabarismos em busca doleitor perdido. Talvez ele nem exista, ainda está em processo de produção,processo dificultado pelo baixo nível educacional e pelo pouco incentivo àleitura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-8047466347384046487?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/8047466347384046487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=8047466347384046487&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8047466347384046487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8047466347384046487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/projeto-ima-e-geracao-mimeografo.html' title='Projeto Imã e geração mimeógrafo'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JKUcjmjObgY/TzqL7glDvYI/AAAAAAAAAI0/I8fv6KETsKw/s72-c/api_GCULT8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-1952740615754363877</id><published>2012-02-13T04:41:00.000-08:00</published><updated>2012-02-13T04:41:50.433-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>A Estranha</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1-B8sknxMd8/TzkEtCTA20I/AAAAAAAAAIk/6qyNqulcgOE/s1600/portas_api.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-1-B8sknxMd8/TzkEtCTA20I/AAAAAAAAAIk/6qyNqulcgOE/s400/portas_api.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Daiana Gualberto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Depois de meses distante ela voltou para casa. Abriu a portae nem pediu licença para entrar, tomou sem pudor o meu lugar e desdenhou damaneira como eu conduzia o meu lar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Esvaziou o meu armário, desfez as suas malas povoando asminhas ambições com infelizes penduricários de insatisfação. Obrigou-me aacatar o desdém pela vida e criar uma pasta cheia de feridas para que eupudesse chorar. Levou-me até o espelho do banheiro para encarar os meus olhosvermelhos e lamentar com mais fervor a minha triste sorte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Tentou me controlar, teimei e, então, ela resolveu meatacar. Aprisionou a minha alma em uma cela. A minha carne ela botou paraassar, o cérebro ela pôs no liquidificador e é por isso que perdida estou.Congelou-me o coração, a temperatura do meu corpo caiu, mas inexplicavelmenteminha pressão subiu. O medo fazia-me imaginar eventos bizarros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Tentei me concentrar em uma solução para escapar dali. Foientão que possuindo um bloco de papel e uma caneta velha, resolvi criar umportal para fugir daquela solidão e recuperar a razão. Através de palavras elibertação dei asas à minha vocação e escrevi. Escrevi sobre mim, sobre ela esobre o mundo. Compreendi um pouco mais a minha aflição; libertei-me, então, dacondição de prisioneira no meu próprio lar. Por fim, havia recuperado o domíniodos meus sentimentos e afastado a estranha chamada Depressão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Daiana Gualberto&lt;/b&gt;é uma jovem escritora que há alguns anos divulga seus textos em &lt;i&gt;Insight, Delírios e Lembranças&lt;/i&gt;(http://indelirios.blogspot.com). Nascida em 15 de outubro de 1991, em Óbidos,no Pará, começou a desenvolver sua escrita literária aos 13 anos de idade. Moraem Manaus e está escrevendo seu primeiro romance.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-1952740615754363877?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/1952740615754363877/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=1952740615754363877&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1952740615754363877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1952740615754363877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/estranha.html' title='A Estranha'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1-B8sknxMd8/TzkEtCTA20I/AAAAAAAAAIk/6qyNqulcgOE/s72-c/portas_api.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-3188925736747517513</id><published>2012-02-07T09:46:00.000-08:00</published><updated>2012-02-07T09:47:38.644-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Ocean 1212-W</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-c2T9BgMLieY/TzFivpyJ59I/AAAAAAAAAIc/pbl-ey-KxWs/s1600/sp_bia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-c2T9BgMLieY/TzFivpyJ59I/AAAAAAAAAIc/pbl-ey-KxWs/s400/sp_bia.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;PorBárbara Lia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;(para Sylvia Plath, quando ela era menina)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Point Shirley, a vida protegida feito umnavio em uma garrafa - um mito branco e obsoleto - assim descreveria ela um diaesta passagem granulada de ternura, de um mar onde se recolhe conchas para umpai que se adora. Winthrop. Um gato chamado Mowgli, um irmão chamado Warren.Sylvia e seu elemento primeiro - a água. O mar e a pacífica entrada no mundo.Antes do peso dos pés gangrenados de Otho puxarem-na para o mar profundo dainconformidade. Lavar com o sal marinho o sorriso expandido. Secar este sal napele até doer mais que ferroada de abelha. Princesa que não chegou a serrainha. Concha que matou a pérola. Um caminho estendido de areias e oceano. Umpai a desvendar a vida social das abelhas e a enclausurar a abelha pequena emuma caixa de interrogação:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;tenhoum eu a recuperar, uma rainha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;estaráela morta, estará dormindo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;ondetem ela andado,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;comseu corpo vermelho-leão, suas asas de vidro?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;Este primeiro rito de paz sob as asas dosavós maternos, os Schobers.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em 1962, quando a BBC encomendou um pequenotrecho biográfico para Sylvia, ela o intitulou Ocean 1212-W. Um número que elajamais esqueceu. O número do telefone dos avós. Mas, não dava mais para discaro número, adentrar a redoma-garrafa, voltar ao mar da infância, recolherconchas e abraçar Mowgli.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ocean 1212-W, o fio do telefone um cordãoumbilical, uma chamada jamais atendida por uma menina, esta que pula e sorridiante de um oceano inumerável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;BárbaraLia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; é uma escritora brasileira. Nasceu emAssaí, norte do Paraná. Publicou os livros O sorriso de Leonardo (2.004), O saldas rosas (2.007), A última chuva (2.007), Solidão Calcinada (Romance,Secretaria da Cultura / Imprensa Oficial do Paraná – 2008), Constelação deOssos (2010), Tem um pássaro cantando dentro de mim (2011) e A flor dentro daárvore (2011). Criou o projeto “21 gramas” livros artesanais. Mantém o blog:http://www.chaparaasborboletas.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;* &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tradução da poesia de Sylvia Plath:Rodrigo Garcia Lopes e Maurício Arruda Mendonça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-3188925736747517513?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/3188925736747517513/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=3188925736747517513&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3188925736747517513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3188925736747517513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/ocean-1212-w.html' title='Ocean 1212-W'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-c2T9BgMLieY/TzFivpyJ59I/AAAAAAAAAIc/pbl-ey-KxWs/s72-c/sp_bia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-6889948549977099720</id><published>2012-02-06T05:41:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T05:41:30.053-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>Tarde de autógrafos na galeria Caza Arte Contemporânea com Beatriz Pimenta Velloso</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.316974785004285.68045.194797653888666&amp;amp;type=1" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-bF6qHguzAJY/Ty_YL6y2hKI/AAAAAAAAAIU/NgtGnZe764I/s640/mosaico_cazarte2012.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-6889948549977099720?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/6889948549977099720/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=6889948549977099720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/6889948549977099720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/6889948549977099720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/tarde-de-autografos-na-galeria-caza.html' title='Tarde de autógrafos na galeria Caza Arte Contemporânea com Beatriz Pimenta Velloso'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bF6qHguzAJY/Ty_YL6y2hKI/AAAAAAAAAIU/NgtGnZe764I/s72-c/mosaico_cazarte2012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-8612344553058605836</id><published>2012-02-03T04:51:00.000-08:00</published><updated>2012-02-03T04:52:43.444-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Tambor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ey0sICPtuew/TyvX-ILV4eI/AAAAAAAAAIM/BoAuCHNCh4A/s1600/api_escrever2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ey0sICPtuew/TyvX-ILV4eI/AAAAAAAAAIM/BoAuCHNCh4A/s400/api_escrever2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Cláudio B. Carlos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Grandes verdades são ditas nas esquinas por aparentesimbecis. O óbvio é aplaudido como se fosse grande descoberta.Objetos-voadores-não-identificados são vistos em toda parte. E o engodocontinua nos discursos politiqueiros: “O povo que elege também destitui.” Ostons esmaecidos/vibratórios da TV ligada sem voz iluminam minha sala de“bem-estar” onde estou sentado com as luzes apagadas. Imagens em close de umbeijo de língua. Cenas de uma novela dum canal que não sei qual é. Lembro de umamigo que me disse, certa vez, que não sei quem havia lhe dito, e que tinhalido não sei onde: “Escreva sua própria novela ou passe a vida assistindo anovelas alheias.” Os tons esmaecidos/vibratórios da TV ligada sem voz iluminama mesinha onde descansa aberto o livro que estou ou estava lendo...Estatísticas mostram que a maioria dos suicídios ocorre em banheiros. Um livroaberto é uma vida exposta, com seus encantos, seus podres, histórias esegredos. Um livro aberto é um perigo! Então – penso eu –, é pouco provável quetudo acabe aqui, agora. Sorte ou azar. Salvação ou castigo. Uma bala solitária.Giro o tambor. Encosto o cano do revólver em minha têmpora direita. Vou brincarde roleta russa. Puxo o gatilho...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;(Do livro &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: inherit;"&gt;O círculo&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Cláudio B. Carlos&lt;/b&gt;(CC) é poeta e prosador, nascido em 22 de janeiro de 1971, em São Sepé, RS.Publica experimentos poéticos em áudio e vídeo na internet. Tem diversos livrospublicados. Coordena o Grupo de Escritores &lt;i&gt;OBodoque&lt;/i&gt;. É editor do Coletivo Literário &lt;i&gt;DonaZica tá braba&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://donazicatabraba.wordpress.com/"&gt;http://donazicatabraba.wordpress.com&lt;/a&gt;).Vive em Belo Horizonte, MG.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-8612344553058605836?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/8612344553058605836/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=8612344553058605836&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8612344553058605836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8612344553058605836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/02/tambor.html' title='Tambor'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Ey0sICPtuew/TyvX-ILV4eI/AAAAAAAAAIM/BoAuCHNCh4A/s72-c/api_escrever2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-6071512412130539507</id><published>2012-01-31T10:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-31T10:07:46.118-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Por que ser editor?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UJsKJq3nHPY/TygtkKlMauI/AAAAAAAAAIE/Ft2q0ZtDyY8/s1600/brasil_mapa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-UJsKJq3nHPY/TygtkKlMauI/AAAAAAAAAIE/Ft2q0ZtDyY8/s400/brasil_mapa.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Rosangela Dias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Às vezes, à noite, cansada e com dor nas costas, pergunto-mepor que tenho uma editora e edito grande parte dos livros publicados por ela.Afinal, não ganho (ainda) nem um tostão por isso, além de permanecer horas ehoras debruçada sobre o maldito computador (passamos a trabalhar muito mais como advento desse senhor), que manda na gente e possuiu vontade, desejo epersonalidade próprios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Envolta em especulações freudianas supus: ser editora seriauma maneira de compensar deficiências físicas? Afinal, sou baixinha, entreoutros defeitos estéticos. Seria editora por não saber escrever? Por nãopossuir talento suficiente para ganhar os prêmios Nobel, Jabuti,&amp;nbsp; Pulitzer, Portugal Telecom ou mesmo umconcurso mixuruca de grupo escolar. Seria eu uma pessoa extremamente invejosa edaí, como forma de vingança, edito livros, isto é, determino, escolho quelivros podem ou não ser publicados pela Apicuri? Em uma roda de amigos queescrevem ouvi de um autor, por sinal de excelente qualidade, esta confissão:“Não vou à FLIP (Festa Literária Internacional de Parati) por um só motivo,inveja! Inveja dos autores convidados”. Entretanto, digo àqueles que foram pelaApicuri recusados que, se estão certos e confiantes de possuírem um bom texto,insistam com outras editoras. A história da editoração está repleta de autores,hoje mundialmente reconhecidos, que não conseguiram publicar um livro sequer emvida. É o caso de Kafka, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Algumas vezes me aborreço. Há autores, poucos, felizmente,que se julgam portadores das qualidades literárias semelhantes à de Proustaliadas à capacidade de vendas de Paulo Coelho. Quando esse tipo de autor temum texto recusado pela Apicuri, certamente não recebo energias, digamos quepositivas, por parte deles. Ser editor seria colecionar desafetos? Mas não épor isso que abri uma editora e tornei-me uma, mas sim pelo imenso e contínuoamor às palavras, tramas e enredos. É pela capacidade que elas possuem deexplicar, transmitir, revelar, emocionar e, sobretudo, nos fazer pensar. São aspalavras, a capacidade que temos de transformar o som que produzimos em meio decomunicação, que me mobiliza para ler os inúmeros textos enviados, infelizmentenão com a presteza que todo autor ansioso espera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Penso que, talvez, o grande problema do editor aqui seria apouca familiaridade que temos com a leitura de forma geral. Li, certa vez, queKafka, novamente, lia seus escritos em voz alta para seus pares e amigos e,pasmem, o objetivo de seus textos era fazer rir. A obrigatoriedade e o desejode aprender a ler e escrever tomaram forma no início do século XIX,principalmente na França pós-revolução. O movimento operário europeu do finaldo XIX reivindicava e criava associações para discutir filosofia, astronomia,direitos sociais. Neste período, o Brasil possuía grande parte da populaçãoescravizada, sem direitos nem cidadania. A abolição e a República nãoconseguiram resolver esse impasse até hoje, basta ver a educação pública comoanda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O que isto tem a ver com o trabalho do editor? No Brasil,saber ler e escrever é de tal forma super valorizado que aquele que o faz comalguma desenvoltura não admite reparos, sugestões ou críticas ao que escreve.Não é o famoso “Você sabe com quem está falando?”, mas sim, o “Você sabe quemestá escrevendo? Eu! O autor, que domino esta habilidade como poucos noBrasil!”. O conhecido “Vale o que está escrito”, os termos complexos doscontratos jurídicos e as bulas de remédio, totalmente incompreensíveis paraquem não cursou, no último caso, por exemplo, até o quarto ano de medicina, nãoseriam o reflexo dessa arrogância, não da escrita, mas de quem domina estahabilidade, para com os desprovidos deste saber?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Entretanto, o domínio do chamado letramento, isto é, ser umalfabetizado funcional – cerca de 27% da população brasileira – não otransforma em escritor de qualidade nem imune a críticas que, acreditem,inúmeras vezes, partindo de um bom editor e ou leitor transforma um escritorazoável em um texto minimamente interessante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por isso, por favor, não atirem pedras no editor!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-6071512412130539507?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/6071512412130539507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=6071512412130539507&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/6071512412130539507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/6071512412130539507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/por-que-ser-editor.html' title='Por que ser editor?'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-UJsKJq3nHPY/TygtkKlMauI/AAAAAAAAAIE/Ft2q0ZtDyY8/s72-c/brasil_mapa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-3973531283986036086</id><published>2012-01-26T06:44:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T06:49:07.599-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Joões</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XHqmcquO3rc/TyFmZpr9o3I/AAAAAAAAAH8/mvtFitOwdNI/s1600/gotosver_api.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-XHqmcquO3rc/TyFmZpr9o3I/AAAAAAAAAH8/mvtFitOwdNI/s400/gotosver_api.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small; line-height: 32px; text-align: justify;"&gt;(Miniconto publicado no livro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-size: small; line-height: 32px; text-align: justify;"&gt;Tesselário&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: x-small; line-height: 32px; text-align: justify;"&gt;, Selo 3 x 4, Editora Multifoco, 2011)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Geraldo Lima&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 200%;"&gt;Parecia-lheimpossível a execução do plano: como poderia um simples personagem agir forados limites impostos pelo autor? Como saltar da ficção para a realidade? E nãofora fácil tomar a decisão final. Entre a amolação da faquinha e aquelemomento, travara-se uma batalha infernal entre a parte boa e a podre da suaconsciência. Um maioral dentro dele. Por fim, ei-lo ali. O escritor, pasmo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 200%;"&gt;— Epa, João.Que fazes aqui?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 200%;"&gt;Merecidoespanto. Então se dava ao prazer de expô-lo nas mais diversas tragédias: estripandoa mulher, estuprando mulheres, estragando os filhos, estocando o amante dacadela... Brandiu a faquinha, quase já roçando a cara do escritor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 200%;"&gt;— Que merda éessa, João?! Sou teu criador. Sou Deus!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 200%;"&gt;Orra, aindapor cima um herege. Bem merecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 200%;"&gt;Chovia emCuritiba, gotas vermelhas pingavam das vestes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Geraldo Lima&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt; é autor dos livros &lt;i&gt;A noite dos vagalumes&lt;/i&gt; (contos, PrêmioBolsa Brasília de Produção Literária), &lt;i&gt;Baque&lt;/i&gt;(contos), &lt;i&gt;Nuvem muda a todo instante&lt;/i&gt;(infantil), &lt;i&gt;UM&lt;/i&gt; (romance), &lt;i&gt;Trinta gatos e um cão envenenado&lt;/i&gt; (teatro)e &lt;i&gt;Tesselário&lt;/i&gt; (minicontos, Ed.Multifoco, no prelo). Mora em Brasília.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-3973531283986036086?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/3973531283986036086/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=3973531283986036086&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3973531283986036086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3973531283986036086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/jooes.html' title='Joões'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-XHqmcquO3rc/TyFmZpr9o3I/AAAAAAAAAH8/mvtFitOwdNI/s72-c/gotosver_api.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-7345219152326874630</id><published>2012-01-24T11:15:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T11:16:08.474-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Preciso escrever</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-s1AsZPOdy5g/Tx8DHQswipI/AAAAAAAAAH0/mx47An_UqeE/s1600/api_fic03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-s1AsZPOdy5g/Tx8DHQswipI/AAAAAAAAAH0/mx47An_UqeE/s400/api_fic03.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Rosangela Dias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Preciso escrever. Duas laudas são necessárias. Abri meuse-mails, em um deles constava o pedido, quase ordem: “para o curso do professorfulano será preciso trazer duas laudas escritas”. Nenhum tema proposto, comonos vestibulares ou aulas de redação. Nem mesmo especificações do tipo fonte,corpo, espaçamento, enfim desespero total e criado por mim. Poderia não terfeito a inscrição, procurado saber antes quais os requisitos necessários para ocurso. Mas fui tomada por um impulso e agora?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Escrevi na adolescência, talvez os hormônios e as dúvidasexistenciais ajudassem. Parei porque tive que me empenhar nos estudos, passarno vestibular, procurar emprego, trabalhar, agradar ao chefe, fazer carreira,buscar o amor, casar, procriar, cuidar da casa, do marido, dos filhos, cultivaramizades, acompanhar os rumos da política, tomar decisões, frequentar academiase salões de beleza, viajar etc. Todas atividades fundamentais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Após fazer tudo isso e mais algumas coisas, aposentei-me,separei-me do marido, casei os filhos e só voto nulo. Decidi voltar a escrever.Inscrevi-me em curso, este que agora me ordena a tarefa. Fui professorauniversitária de antropolgia. Preparei minhas aulas e produzi alguns artigos,não muitos, todos sob imposição. Dizia que as limitações acadêmicas me inibiam.Desejava era fazer ficção, ensaios, crônicas, contos, mas nada disso fiz,devido aos afazeres elencados acima. Será mesmo? Provavelmente não eu tenhatalento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Escrever é difícil, e sempre colocava esta assertiva parameus alunos. Indícios históricos confirmavam minha tese; afinal a espéciehumana surgiu há milhares de anos, mas somente a partir do século XIX, graçasao louco do Napoleão – primeiro herói moderno -, a ideia de que todos os homensdeveriam saber ler e escrever vingou entre os humanos. Mesmo assim leitura eescrita não são atividades que façam parte do repertório de 100% da chamadahumanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Existiriam regras que facilitassem a chamada escritacriativa? Alguns autores falam de disciplina. Trancam-se em seu escritório durantetoda a manhã e de lá sempre saem vitoriosos com laudas redigidas. Outros fogemdas cidades, vão para a placidez dos campos ou das praias desertas de inverno eterminam romances, compõem poesias, produzem contos e novelas. Há os que sentamem escadas de hotéis decadentes, como Patti Smith escrevendo nos corredores doChelsea em Manhattan, ou se acomodam em bancos de praças fazendo anotações emmolesquines. Certamente desligar a televisão, os telefones fixos e celulares enão se preocupar em ler os jornais pela manhã ajude substancialmente. Drogasajudariam? Absinto, LSD, destilados, maconha, Skank? Tomo um chá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Muitos autores afirmam sobre o martírio que é escrever e osofrimento maior que seria não fazê-lo. Quando estou a caminho de algum lugar,geralmente sentada em ônibus públicos, as ideias brotam, surgem, germinam aosborbotões. Personagens instigantes surgem em minha frente, tramas mirabolantesquase se materializam, e sou tomada por questões existenciais poderosas epertinentes. Entretanto, quando me sento em frente ao computador, nada sai.Lembro que preciso ligar para minha filha, das contas a pagar, coisas no bancopara serem resolvidas e filmes que preciso assistir. Levanto-me e ando de umlado para o outro à espera da chamada inspiração e absolutamente nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Acho que no momento o melhor seria cancelar a inscrição nocurso e evitar o mico de aparecer sem nada escrito. Posso oferecê-lo a algumamigo que queira enveredar pelo ramo literário ou até mesmo deixar o dinheirocomo contribuição voluntária para instituição que propõe tarefa tãointeressante que é orientar a quem deseja ser escritor. Outra solução seriaescolher outro curso e desistir desse. Mudar de ideia faz parte do universo depessoas saudáveis, imaginativas e curiosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;De repente entro em pânico. Percebo que se um texto é pedidoé porque será lido. Quem cometeria esse ato? Somente o professor (facilitador)do curso? Seria lido em voz alta, para todos ouvirem? Eu terei que lê-lo em vozalta, como em concursos públicos para professor universitário? Quase enlouqueçoe me vejo em versão tropical de cena do filme Iluminado. Jack Nicholsonpreenchendo páginas e páginas de um texto sem nexo, me parece que repetindo asmesmas palavras ou frases em todas as páginas. Seria isso? Poderia pegar o DVDe confirmar, preciosismo de cientista pesquisadora? Maneira de adiar a tarefade escrever?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Quantas palavras seriam necessárias para duas laudas? Possoutilizar a técnica “recorte e colagem”. Pegar parágrafos de vários autores eproduzir um conto totalmente Frankenstein e chamar de literatura punk. Outraidéea surge. Pegar um texto e substituir as palavras por sinônimos, talvezantônimos e criar um texto genuinamente meu. Tais artimanhas, se realizadas, melevarão não para o temor de produzir má escrita e sim para a dúvida: sereidescoberta? Que tipo de crime contra a literatura e a arte posso cometer comestes atos? Valeria a pena entrar no Google e buscar informações sobre plágio,antes de amadurecer a ideia e partir para a ação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Preciso escrever.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-7345219152326874630?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/7345219152326874630/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=7345219152326874630&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/7345219152326874630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/7345219152326874630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/preciso-escrever.html' title='Preciso escrever'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-s1AsZPOdy5g/Tx8DHQswipI/AAAAAAAAAH0/mx47An_UqeE/s72-c/api_fic03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-962065314623301467</id><published>2012-01-13T03:53:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T05:53:17.028-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial'/><title type='text'>A Ed. Apicuri em 2012 apresenta</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-640_ZK7L4xM/TxAahUgVZ_I/AAAAAAAAAHY/avspV4fVvHE/s1600/rna_vinilapi.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-640_ZK7L4xM/TxAahUgVZ_I/AAAAAAAAAHY/avspV4fVvHE/s400/rna_vinilapi.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;A editora Apicuri trará aos leitores em 2012 novidades interessantes emarte, cultura e comunicação, entre outros temas.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;História / Ciências Sociais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3819059520287685005" name="_GoBack"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Marcello José Gomes Loureiro, editor da &lt;i&gt;RevistaNavigator&lt;/i&gt;, publicação semestral da Diretoria do Patrimônio Histórico eDocumentação da Marinha, lança &lt;i&gt;A gestão no labirinto - circulação deinformações no Império Ultramarino Português, formação de interesses e aconstrução da política lusa para o Prata (1640-1705)&lt;/i&gt;. O texto de Marcelloanalisa a colonização portuguesa levando em conta a pluralidade dos atoresinstitucionais, políticos e sociais que atuavam tanto na Metrópole quanto naAmérica Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Comunicação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;Tatiana Bacal, em seu livro &lt;i&gt;Música, máquinas e humanos: os DJ’S nocenário da música eletrônica&lt;/i&gt; (no prelo), reconstitui a trajetória da músicaeletrônica e registra a interação entremúsica e tecnologia. Várias experiências musicais são contempladas, entre elasas músicas concreta e eletrônica no âmbito erudito e popular, o &lt;i&gt;rock&lt;/i&gt;pós-1966, a &lt;i&gt;disco music &lt;/i&gt;e a música &lt;i&gt;pop.&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;A professora da PUC-RJ Patrícia Maurício analisa a implantação da TV digital aberta noBrasil e os conflitos que a precederam esucederam, basicamente entre os radiodifusores, que queriam manter seu mercado,e os movimentos sociais interessados na democratização das comunicações. &lt;i&gt;Conflitosna TV digital brasileira&lt;/i&gt;, também no prelo (coedição Ed. PUC-RJ), discute &amp;nbsp;os processos de digitalização e suas possibilidades&amp;nbsp;de democratização.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;Cultura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;Do romantismo à &lt;i&gt;belle époque&lt;/i&gt; carioca − Casimiro de Abreu, MartinsPena, José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, Machado de Assis, LuísGuimarães Jr., Arthur Azevedo, Luiz Peixoto e Paulo Barreto −, em &lt;i&gt;Dança ao pé da letra&lt;/i&gt; (no prelo) Marina Martins da Silva examina as obras destes escritoresque deram relevância à dança como tema ou como via de construção de personagense da própria narrativa, estabelecendo um estreito laço entre literatura, teatro,dança e sociedade.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Artes Visuais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;Dentro da nossa coleção &lt;b&gt;Pensamento em Arte&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Interlocuções:estética, produção e crítica de arte&lt;/i&gt;, organizado por Luciano Vinhosa eMartha D’Angelo, que&amp;nbsp;reúneartigos de filósofos, artistas, historiadores e críticos da arte, do Brasil edo exterior, que pensam a arte contemporânea. E&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: inherit; line-height: 150%;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;Pintura – Indeterminação e apropriação&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit; line-height: 150%;"&gt;, de João Magalhães, que tem como origem sua dissertaçãode mestrado. João parte do conceito de indeterminação para investigar seu processode produzir pintura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Relações Internacionais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;Já na área de relações internacionais, Arthur Ituassu vem com &lt;i&gt;Umpaís de cabeça para baixo - Como a democracia inventou o Brasil do século XXI&lt;/i&gt;,e Geraldo Nagib Zahran Filho com &lt;i&gt;Tradição Liberal e Política Externa nos EstadosUnidos - Um diálogo com interpretações realistas e idealistas&lt;/i&gt;, ambos emcoedição com a Ed. PUC-RJ.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="line-height: 150%;"&gt;E 2012 está só começando. Muitas outras novidades virão. Aguardem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-962065314623301467?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/962065314623301467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=962065314623301467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/962065314623301467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/962065314623301467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/ed-apicuri-em-2012-apresenta.html' title='A Ed. Apicuri em 2012 apresenta'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-640_ZK7L4xM/TxAahUgVZ_I/AAAAAAAAAHY/avspV4fVvHE/s72-c/rna_vinilapi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-2726940660450293179</id><published>2012-01-12T07:23:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T07:24:24.859-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>40 livros grátis de literatura de cordel para baixar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://noticias.universia.com.br/tempo-livre/noticia/2012/01/11/903959/40-livros-gratis-literatura-cordel-baixar.html" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-BB2_bEBvrB8/Tw76RBYyltI/AAAAAAAAAHQ/QzF1AfmSvqk/s400/apic_cordel1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;(Fonte: &lt;a href="http://noticias.universia.com.br/"&gt;http://noticias.universia.com.br/&lt;/a&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A Universia Brasil, maior rede de colaboração universitáriapresente em 23 países, separou uma lista de livros grátis de literatura decordel que estão disponíveis para baixar na internet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Grande parte dos livros são de autores como Leandro Gomes deBarros e Guaipuan Vieira, membros da Academia Brasileira de Literatura deCordel, gênero escrito frequentemente de forma rimada e impresso em folhetos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Neste estilo literário, alguns dos poemas são ilustrados comxilogravuras, as mesmas usadas nas capas dos folhetos. O nome surgiu da maneiraem que os folhetos eram vendidos na rua, pendurados em barbantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://noticias.universia.com.br/tempo-livre/noticia/2012/01/11/903959/40-livros-gratis-literatura-cordel-baixar.html" target="_blank"&gt;Os 40 livros de cordel para baixar&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-2726940660450293179?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/2726940660450293179/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=2726940660450293179&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2726940660450293179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2726940660450293179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/40-livros-gratis-de-literatura-de.html' title='40 livros grátis de literatura de cordel para baixar'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-BB2_bEBvrB8/Tw76RBYyltI/AAAAAAAAAHQ/QzF1AfmSvqk/s72-c/apic_cordel1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-2448246038818092583</id><published>2012-01-11T08:18:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T08:19:13.314-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Elegância</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/tempo/noticia/2012/01/uma-historia-da-esperteza-editorial.html" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-JEd2acGhl_M/Tw210MYmAJI/AAAAAAAAAHI/-JQUtqAN-Qo/s400/api_epoc2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por RosangelaDias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ajornalista Sandra Annemberg, da Rede Globo de Televisão, enviou a seusteleouvintes como mensagem de final de ano “Que 2012 seja muito, mas muitoelegante!” Eu, particularmente, considero Réveillon uma festa de mentirinha.Até porque as guinadas e mudanças que fazemos na vida dificilmente acontecemneste período. Final de ano tudo fica parado, exceto o comércio, aeroportos,rodoviárias, isto é, o trânsito, seja de gente ou de mercadorias. Todos selocomovendo, mas pouco ou nada se modificando realmente. Entretanto, acheiinteressante este desejo de um Ano Novo elegante. E comecei a pensar que osucesso ainda grande de livros e da escrita deve-se ao fato de que o texto podeser bem mais elegante que a fala. Quando alguém numa conversa diz algumabesteira e nós ouvimos, corremos o risco de corrigirmos a pessoa de imediato ede forma violenta, situação nada elegante. Mas se recebemos um e-mail repletode asneiras, podemos ser elegantes e não sairmos detonando o autor do texto. Éclaro que enviar e-mails desaforados não é nada elegante, mas convenhamos que apalavra nos dá a possibilidade de sermos sensatos e polidos, de refletir erespirar fundo antes de cometermos algum impropério utilizando o verbo. Porisso é bom ser editora. Fazer livros permite divulgar e difundir elegância. Umlivro de Jorge Amado, mesmo com palavrões e escrito fugindo à norma culta écarregado de elegância. Proust, elegantíssimo; Orhan Pamuk, minha atual quaseobsessão, é escritor maravilhoso e crítico elegantérrimo do olhar ocidentalizadoe preconceituoso do ocidente sobre o oriente. Por isso minha tristeza ao ler areportagem feita pelo jornalista da revista &lt;i&gt;Época&lt;/i&gt;Murilo Ramos, mostrando a deselegância da editora portuguesa LeYa. Murilo“desconfia” de ter havido troca de favores entre o Senado Nacional, maisprecisamente entre o presidente do mesmo, José Sarney (ou Sir Ney), e a LeYa. Aeditora portuguesa relançou a obra de Otto Maria Carpeaux (1900/1978), &lt;i&gt;História da literatura ocidental&lt;/i&gt;, em 4volumes. Até aí nada demais, entretanto a publicação da LeYa reproduz o projetográfico do livro publicado pelo Senado em 2008, financiado pelo povobrasileiro. A publicação da LeYa será vendida por R$ 179,00. Mas o que intrigao jornalista e o deixa, não só ele, mas todos nós, “com a pulga atrás daorelha”, é que a editora LeYa também publicou a biografia de José Sarney.Simples coincidência?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Emresumo, apesar da preponderância da palavra escrita sobre a falada no quesitoelegância, às vezes a deselegância pode ser imensa. Que as editoras, todas elas,sejam também muito, muito elegantes não só em 2012, mas em 2013, 2014, 2015...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Linkpara &lt;i&gt;Uma história da esperteza editorial&lt;/i&gt; (revista &lt;i&gt;Época&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://glo.bo/epoc_mr"&gt;http://glo.bo/epoc_mr&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-2448246038818092583?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/2448246038818092583/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=2448246038818092583&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2448246038818092583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2448246038818092583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/elegancia.html' title='Elegância'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JEd2acGhl_M/Tw210MYmAJI/AAAAAAAAAHI/-JQUtqAN-Qo/s72-c/api_epoc2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-8386880697043017478</id><published>2012-01-10T04:43:00.001-08:00</published><updated>2012-01-10T04:47:07.293-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>Entrevista com André Schetino sobre o seu livro 'Pedalando na modernidade'</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/-liYW8rzwGI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-8386880697043017478?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/8386880697043017478/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=8386880697043017478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8386880697043017478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8386880697043017478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/entrevista-com-andre-schetino-que-fala.html' title='Entrevista com André Schetino sobre o seu livro &apos;Pedalando na modernidade&apos;'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/-liYW8rzwGI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-3478039257729202501</id><published>2012-01-09T04:08:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T04:08:13.869-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>'Reverberações', na Cosmocopa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NkX4_7KRkz4/TwrYTGUbmOI/AAAAAAAAAHA/KadDSGZJQG4/s1600/convite01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://1.bp.blogspot.com/-NkX4_7KRkz4/TwrYTGUbmOI/AAAAAAAAAHA/KadDSGZJQG4/s400/convite01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A &lt;b&gt;Cosmocopa &lt;/b&gt;convida para a nossa próxima exposição, &lt;i&gt;Reverberações&lt;/i&gt;, que abrirá o calendário da galeria para esse novo ano. Será uma coletiva em que mostraremos um pouco das novas produções de artistas como Felipe Barbosa, Rosana Ricalde, Leila Danziger, Rodrigo Oliveira, Monica Rubinho, Sidney Philocreon, Geraldo Marcolini, entre outros. A vernissage será no dia 12 de janeiro, próxima quinta-feira, das 19 às 22 horas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-3478039257729202501?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/3478039257729202501/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=3478039257729202501&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3478039257729202501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3478039257729202501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/reverberacoes-na-cosmocopa.html' title='&apos;Reverberações&apos;, na Cosmocopa'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NkX4_7KRkz4/TwrYTGUbmOI/AAAAAAAAAHA/KadDSGZJQG4/s72-c/convite01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-7734086472019752964</id><published>2012-01-05T06:03:00.000-08:00</published><updated>2012-02-16T08:14:22.159-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Personagens inesquecíveis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nRU99qQg8Zc/TwWtX5-T0QI/AAAAAAAAAG4/PLmGOG9TgUg/s1600/api_chris3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-nRU99qQg8Zc/TwWtX5-T0QI/AAAAAAAAAG4/PLmGOG9TgUg/s400/api_chris3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Christiane Angelotti&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Tudo bem, devo admitir que andonuma fase super crítica com relação ao mundo literário. Talvez por sempre tertido uma visão romanceada da vida e por consequência, da literatura. Agora,trabalhando mais, estudando e totalmente envolvida com literatura, vejo queromance não passa de um gênero literário e que no “mundo real”, fora doslivros, o que mais me deixa comovida é a coragem e persistência dos autores detalento que ainda não conquistaram seu “lugar ao sol”. E são muitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Bom, mas quero aproveitar o meuespaço e propor uma outra reflexão, sobre os personagens marcantes. Aquelaespécie de mágica que acontece quando um autor cria um personagem e ele parecesaltar do papel e ganhar vida. Essa empatia entre personagem e leitor, quemuitas vezes é construída intencionalmente e acaba dando certo e outras vezes,mesmo sendo construído para ser assim acaba não tendo o resultado desejado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Criar um personagem inesquecívelé o sonho de todo autor. Muitas vezes, o autor ao construir seu personagem,confere atributos e características ao mesmo sem saber se darão certo, mas ofaz por uma espécie de &lt;i&gt;feeling&lt;/i&gt;. Emoutros momentos, o autor estuda dentro da sua história elementos que possamhumanizar seu personagem. Para esse fim, livros como “Jornada de um Herói” deJoseph Campbell, são maravilhosos. Aliás, é um livro que recomendo muito paratodos os escritores. Campbell realizou estudos comparativos entre lendas emitos universais e identificou padrões narrativos comuns entre os mesmos. Masnão se engane quem quiser uma receita, é um livro para estudar, analisar erefletir. Receita para escrever um bom livro, para se construir um personagemde sucesso? Se houvesse mesmo, quem se dedica a escrever sobre tais reflexõesinventaria logo um personagem inesquecível, lucraria muito mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Acredito que personagensinesquecíveis são aqueles que tocam o coração do leitor. Talvez por seremproduzidos num momento de profunda verdade do autor. Aquele momento em que oautor acredita tanto em seu personagem que lhe confere uma “alma”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Conferir atributos comuns ao serhumano, com toques de coragem e heroísmo? Fazer com que o personagem sejaaquilo que gostaríamos de ser? Não sei se há realmente uma receita, além daverdade do autor com relação ao personagem e um certo emprestar sua própriaalma ao mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sinto falta na literaturacontemporânea de personagens assim, inesquecíveis. Como a Emília de Lobato, DomQuixote de Cervantes, Diadorim de Guimarães Rosa, Dom Casmurro de Machado,entre tantos outros. Para o número de obras publicadas atualmente, personagensassim são cada vez mais raros, isso é algo a ser pensado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Estamos naquela época em que aEditora busca fazer seus autores mais conhecidos que a sua própria obra. Umautor se torna famoso e vira uma marca e comercializa-se em torno dele. Egossendo alimentados, leitores idolatrando o autor e dinheiro na conta, daEditora, do autor (este último não é nada mal, mas não gosto dos meios).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Enfim, quero fazer a minha &lt;i&gt;Belle Époque&lt;/i&gt; essa em que nós vivemos,espero conseguir viver de escrever, literalmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Texto publicado originalmente naedição de Novembro/2011 no Jornal &lt;i&gt;SobrecapaLiteral&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.sobrecapaliteral.com.br/"&gt;www.sobrecapaliteral.com.br&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #fff2cc; font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Christiane Angelotti &lt;/b&gt;é escritora e editora do site educativo ABC KIDS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.blogger.com/http//:www.abckids.com.br" target="_blank"&gt;http//:www.abckids.com.br&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-7734086472019752964?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/7734086472019752964/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=7734086472019752964&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/7734086472019752964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/7734086472019752964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/personagens-inesqueciveis.html' title='Personagens inesquecíveis'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-nRU99qQg8Zc/TwWtX5-T0QI/AAAAAAAAAG4/PLmGOG9TgUg/s72-c/api_chris3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-2181493194951010148</id><published>2012-01-03T07:37:00.000-08:00</published><updated>2012-01-03T07:38:50.611-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>Workshop - Pintura como Ato de Fronteira: Possibilidades Pictóricas -  Hugo Houayek</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AI5n7rUP6pw/TwMgKK4HvaI/AAAAAAAAAGs/XxCAbnnBOjo/s1600/hugohouayek_workshop.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" src="http://4.bp.blogspot.com/-AI5n7rUP6pw/TwMgKK4HvaI/AAAAAAAAAGs/XxCAbnnBOjo/s400/hugohouayek_workshop.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O workshop pretende discutir asdiversas fronteiras que o campo pictórico faz com o mundo através, não só dasartes visuais, mas também da literatura, do cinema e de outras áreas doconhecimento e pensar como essas possibilidades de trocas, atravessamentos,transbordamentos e anacronismos serão usadas nas negociações realizadas peloartista para atuar na contemporaneidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Simultaneamente à discussão dapesquisa de cada aluno serão propostos exercícios para serem apresentados edebatidos em aula, abordando os fundamentos discutidos na parte teórica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O workshop é destinado a gruposmultidisciplinares, tanto para aqueles que se interessam pelo processo deinvestigação pictórico, literário ou cinematográfico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;2ª a 6ª feira | 15h-18h&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;23 – 27 jan 2012&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Para maiores informações, veja o site da escola &lt;a href="http://www.eavparquelage.rj.gov.br/eavList.asp?sMenu=ENSI&amp;amp;sSume=PCURS&amp;amp;sProg=8" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;AQUI&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Escola de Artes Visuais do Parque Lage&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Rua Jardim Botânico, 414 - Rio de Janeiro - RJ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;+ 55 21 3257 1800&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-2181493194951010148?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/2181493194951010148/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=2181493194951010148&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2181493194951010148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/2181493194951010148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2012/01/workshop-pintura-como-ato-de-fronteira.html' title='Workshop - Pintura como Ato de Fronteira: Possibilidades Pictóricas -  Hugo Houayek'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-AI5n7rUP6pw/TwMgKK4HvaI/AAAAAAAAAGs/XxCAbnnBOjo/s72-c/hugohouayek_workshop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-6523701537949279721</id><published>2011-12-29T05:24:00.000-08:00</published><updated>2012-02-16T08:10:53.308-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A assinatura anônima</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QAKzDeJsnhU/TvxsWGFjRqI/AAAAAAAAAGc/L3FVDI88iUU/s1600/trave_blog2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-QAKzDeJsnhU/TvxsWGFjRqI/AAAAAAAAAGc/L3FVDI88iUU/s400/trave_blog2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Daniel Russell Ribas&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Todo escritor, secretamente ounão, se encontra dividido entre o reconhecimento de seu trabalho e anecessidade de pagar as contas. Mesmo nomes consagrados, como Fernando Sabino eJoão Ubaldo Ribeiro, assumiram que já escreveram obras cuja intenção principalera ser um sucesso de vendas. Emissoras de televisão e agências de publicidadeempregam, além de dramaturgos e roteiristas, os serviços de autores deliteratura para colaborar em seus produtos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Existe outro tipo de escritorprofissional. Trata-se de um profissional produtivo, cuja função mescla aatividade jornalística com o dom do ficcionista. Ou seja, possui o cuidadoeditorial do preparador de textos com o domínio da técnica narrativa de umaautor literário. Ele transita entre assuntos variados e personagens diversos.Não apresenta dificuldade alguma em encontrar suas obras espalhadas paraaqueles atentos. No entanto, o leitor não saberá quem é o real dono daspalavras pela capa ou a ficha catalográfica. Pois seus textos não lhepertencem. Estas são, em resumo, as atribulações do ghostwriter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Uma figura cuja definiçãomisteriosa está implicada em seu título, o ghost, como é apelidado, é bastanterequisitado e apreciado. Sua função varia de acordo com as particularidades doserviço. Normalmente utilizado em biografias, ele pode ser chamado paraescrever de orelhas de livro e cartas ao editor, a discursos e releases. Seutrabalho pode ser pontual ou mais extenso, abrangendo desde revisão aentrevistas e elaboração do texto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Biografias costumam ser um terrenousual para a contratação de ghostwriters, pois os personagens ou biografados dolivro, em muitas ocasiões, não possuem intimidade com a escrita. A editora dalinha não-ficção da Nova Fronteira, Cristiane Costa, exemplifica em “livros decelebridades”. Mas há também outros casos. “Especialistas como médicos epreparadores físicos também precisam de alguém para ajudá-los a ordenar suasideias.”, declara. Segundo Alvanísio Damasceno, professor de cursos nas áreasde preparação de texto, o ghost é, em primeiro lugar, um repórter. A capacidadede produção de uma síntese própria dos fatos, além da curiosidade inerente sãoas justificativas para a afirmação. Além disso, Damasceno aponta outracaracterística. “É preciso também ter acuidade para identificar a possível vozda pessoa ou instituição que irá assinar a obra.” Costa, complementa: “O maiorerro do ghost é impor sua filosofia, seu estilo, seus valores.” Para ela, o queé necessário para exercer este ofício é: “Basicamente apurar bem e escreverbem.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Embora não seja uma ghostwriter,a escritora profissional Carla Mühlhaus possui uma ética profissional similar.Co-autora das biografias Marília Carneiro no Camarim das Oito (com MaríliaCarneiro) e A bela Menina do Cachorrinho (com Ana Karina de Montreuil), aex-jornalista se define como um escritora profissional, conforme reitera em seublog, Casa do Moinho (http://casadomoinho.blogspot.com): “O que quer dizer queescrevo por encomenda, colocando no papel o que o meu contratante nãoconseguiria fazer por conta própria, ao menos não num formato editorial.” Aocontrário de um ghost, faz questão de ser creditada pelo serviço prestado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Para Mühlhaus, em uma entrevistacedida para uma monografia sobre ghostwriting, existem dois tipos decontratantes do profissional para escrever o texto. Há aqueles que alegam poucotempo para se dedicar à escrita e acreditam que escrever é apenas uma questãode ser alfabetizado. “Esses encomendam o serviço de criação de texto e depoismexem em tudo, reformulam frases, mudam parágrafos inteiros e levam os pobresdos escritores praticamente à loucura.” Já o outro tipo seriam maiscooperativos e inteligentes, por delegar tarefas. “Quando não gostam de algumacoisa indicam a insatisfação sem metralhar o texto, o que faz com que todo oprocesso criativo (e coletivo) flua muito bem.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A forma como o ghost se relacionacom o cliente é determinante no andamento do livro. Cristiane Costa acreditaser fundamental. “O biografado normalmente fica aliviado de não ter queescrever.” A escolha do ghost reflete a preocupação do cliente pelo controlesobre o resultado final. “Em geral, é o próprio biografado quem escolhe, ouporque já conhece alguém ou após uma série de entrevistas”. Damasceno cita quetipo de escritor é chamado para este trabalho: “Em geral são jornalistasconhecidos que são convidados por personalidades ou por editoras paraescreverem os livros que podem ser do interesse dos leitores ou apenas daspersonalidades que os encomendam”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Damasceno elabora um outroaspecto da relação do escritor anônimo com o cliente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;“O ghost, muitas vezes, se vê nodilema de ter de satisfazer dois clientes com interesses opostos: o leitor e opersonagem. Sobretudo quando é o personagem que paga pelo trabalho do ghost. Éque o leitor que ter acesso ao máximo de informações, enquanto o personagemtende a querer selecioná-las. Refiro-me, nesse caso, a trabalho biográficos.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Outra fator é, por não assinar olivro, o ghost recebe apenas pelo trabalho realizado. Mühlhaus revela adiferença de compensação entre seu trabalho e o do escritor que ficadesconhecido. “Uma sou eu, “escritora de aluguel” que recebe crédito e às vezesassina o livro com o autor em legítima co-autoria, com direito, inclusive, areceber metade dos direitos autorais. Outro profissional é o ghostwriter, quena verdade recebe para ficar quieto e jamais dizer que quem escreveu aquelelivro tão bem falado foi ele.” Já Damasceno enxerga outras possibilidades. “Oghostwriter pode muito bem fazer o trabalho como investimento, ou seja, começara ganhar depois que o livro começa a vender.”, relata.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Segundo Costa, ao mesmo tempo emque há demanda, não existe uma formação específica para esse profissional. Porisso, uma das razões de tantos terem experiência com jornalismo. E aí surge olado mais perigoso da falta de reconhecimento. Afinal, se ele fez um bomtrabalho, ninguém deve saber. Como Mühlhaus relacionou quando inquirida sobrecomo as dificuldades em fazer carreira num trabalho que não ser reconhecido: “Oque nos leva à questão do ovo e da galinha: como provar experiência, se ele nãopode mostrar nada que escreveu?” No caso, por ser incapacitado de montar um currículode trabalhos nesta área, ele apresentaria sua qualificação como autor. ParaCosta, alguns elementos determinam se o ghostwriter foi bem sucedido em suaempreitada. “Se a relação com o biografado se manteve boa, se entregou tudo noprazo, se seguiu o projeto original do livro pedido pelo editor, se o textoficou bem escrito e bem estruturado e se ele arrancou boas histórias dobiografado.”, enumera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Os três creem que o leitor nãopercebe o trabalho do ghostwriter. Somente os envolvidos ou pessoas da áreaeditorial notariam. “Acho que o público é indiferente ao trabalho do ghost. Opúblico costuma se interessar pelo tema ou pela celebridade que assina o livroque não escreveu.”, comenta Damasceno. Por sua vez, Costa acha que o leitor nãoentende bem. “Até porque existem vários tipos. Os que nem são tão ghosts assime assinam na capa, como o Claudio Tognololi no caso do livro do Lobão. Outros,nas páginas internas. Outros, só nos créditos.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Já Mühlhaus acha que a presençado escritor é importante para valorizar a obra. No caso, ao referir ao autorcreditado pelo trabalho, “...contratar os serviços desse profissional é tornarmais viável uma obra que, se fosse feita artesanalmente, talvez não tivessechance de ser comercializada”. Em outras palavras, o escritor de carne e ossoseria que sairia da fronteira entre o reconhecimento e a carreira. O créditosendo o passaporte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.revistarapadura.com/2011/11/assinatura-anonima.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #660000; font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Artigo publicado originalmentenarevista eletrônica &lt;i&gt;Rapadura&lt;/i&gt;, ed. 3,setembro/outubro de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Daniel Russell Ribas&lt;/b&gt;&amp;nbsp;nasceu em 1983. Criado no Rio de Janeiro eapaixonado por Copacabana. Formou-se em Jornalismo na PUC-Rio. Já escreveuroteiros e contos. Trabalha na Editora Oito e Meio e organiza uma antologiaerótica para a editora Vermelho Marinho. É Fluminense.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-6523701537949279721?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/6523701537949279721/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=6523701537949279721&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/6523701537949279721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/6523701537949279721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/assinatura-anonima.html' title='A assinatura anônima'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QAKzDeJsnhU/TvxsWGFjRqI/AAAAAAAAAGc/L3FVDI88iUU/s72-c/trave_blog2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-4216609103077765570</id><published>2011-12-26T04:47:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T04:50:19.411-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Fantasmas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3QRobk86_Rc/TvhshHz5E5I/AAAAAAAAAGE/pvYQfDlWmEs/s1600/trave_blog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-3QRobk86_Rc/TvhshHz5E5I/AAAAAAAAAGE/pvYQfDlWmEs/s400/trave_blog.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por Daniel Russell Ribas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O mercado editorial é assombradopor fantasmas. Afinal, as questões que se movem nesta área, tanto asrecorrentes quanto as pontuais, partem da mesma premissa: medo do desconhecido.O desconhecido em iguais proporções real e metafórico. Afinal, quem é o público-leitorde determinada obra? O que faz um autor ser publicado? Quem são os responsáveispela publicação de livros? Em suma: quem manipula as ferramentas que tornamcapaz a expressão? Existe uma fronteira definida, mas cheia de sutilezas entreo mundo fantasmagórico e o do vivos nesta área.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;É longa e tortuosa a estradaentre um manuscrito na gaveta e uma eventual publicação. Quando o livro comoobjeto está exposto em prateleiras e em artigos de publicações literárias,parece que se trata de força de vontade. E o que torna essa ilusão permanenteapós tantos séculos após o surgimento da impressão? Acredito que seja o fato deque um ato simples na aparência possa ter um impacto tão considerável. Afinal,desde que seja alfabetizado, uma pessoa é capaz de escrever. A atividade daescrita exige mais do que o ato mecânico. É um jogo intrincado, cujas regrascostumam ser anunciada durante a partida. Não antes. Entre elas, o fato de queé preciso desaparecer de modo que seu trabalho possa existir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A verdade é que o autor nãoexiste para a maioria dos leitores. Com exceção de seu meio social, o escritoré uma criatura usualmente desconhecida. A não ser que se trate de umapersonalidade famosa por outra mídia, como o musical ou o televisivo, é bemprovável que não seja reconhecido na rua, mesmo sendo um best-seller. Vira umfantasma, esta entidade invisível cuja presença só é notada por suas ações enão por si mesma. Alguns autores ganharam fama pela reclusão, como RubemFonseca e J.D. Salinger. A ironia reside no fato de, por ser uma atividadeartística, a literatura atrair pessoas atrás de atenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Todos almejam a admiração de seuspares. Logo, se cercam e procuram manter contato com aqueles que julgam quepoderão levá-los ao merecido reconhecimento, de editores de casas prestigiosasa escritores premiados. Para os autores que optaram pelo afastamento, é estadecisão que aumenta a aura em torno de deles. A inacessibilidade do alvo de suaafeição o torna ainda mais desejoso. Por conta de seu prestígio e atitude incomumem um meio que funciona como uma vitrine de maneiras variadas, queremosconhecê-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Quem é o escritor? AntônioXerxenesky brinca com a questão da identidade do autor em seu livro de contos &lt;i&gt;A página assombrada por fantasmas&lt;/i&gt;. Emseu conto “Esse maldito sotaque russo”, o narrador é um detetive literário quedescobre a real presença por trás dos textos de seu ídolo Thomas Pynchon. Pormais absurda que soe à primeira vista, a proposta ganha sentido quandorefletimos a respeito. O primeiro é que o contato de ambos com os consumidorese a maioria dos produtores da cadeia editorial é quase o mesmo: nenhum. Osegundo surge do fato do autor não existir. Embora fisicamente alguém digite aspalavras, o leitor não sabe quem é essa pessoa. Não a conhece e, em certas ocasiões,nem deseja. O receptor quer ser tragado para algo que o retire de sua realidadee o mergulhe em um estado de puro prazer e fascínio intelectual e emocional. Oformato da aparição poderia ser o de uma celebridade qualquer que não fariadiferença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Assim, se pode dizer que o limiteque separa o autor do leitor seria a necessidade intrínseca da obra ganhar vidaprópria. O texto funciona como um pedágio, em que ambos pagam o preço daentrega. O autor larga sua criação para que outros a adotem, a tomem para si. Éuma transferência de posse. O outro pai deixa de existir, se tornando uma merainscrição na capa e na folha de rosto. Como numa família em que um pai égenético e o outro por afiliação, esses apenas conversam em ocasiõesespecíficas. Seja num lançamento ou numa troca de mensagens, a comunicação érestrita e objetiva. “Adorei o seu livro”, seguido pelo cortês, "Muitoobrigado". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O outro lado da moeda é maiscomplicado. A barreira entre o leitor e o autor é tanto criativa quanto social.Como em toda sociedade, há um hierarquia a ser superada. Esta define desdesuperficialidades, como um livro de graça, a convites mais substanciais, como &lt;i&gt;freelas&lt;/i&gt; de revisão e tradução a funçõeseditoriais. Também fornece público. Uma editora amiga minha mencionou certa vezque os lançamentos são responsáveis por 90% de vendas de sua casa. Quando oautor novato alcança algum mérito na área, é através de uma divulgação e/oudistribuição razoáveis. Logo, sua presença passa a ser notada por si entre osmembros. Ele deixa ser um fantasma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A passagem se torna mais fácil seo candidato possui alguma conexão no mercado; seja por trabalho, família ouamizade. A razão para isso vai além de mero nepotismo. Há tantos originais dequalidade variante que se torna improvável optar pelo mais qualificado sempre.Há um grau de risco grande na edição de livros. É necessário apostar peloseguro na maior parte das vezes para que os pequenos, os leitores anônimos natransição para autores, possam encontrar seu espaço. Os livros realmente especiaissão raros. E o seu livro, caro autor novato, pode não ser um dessas exceções.E, caso seja, não vai ser apenas seu talento que bancará a publicação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Para conquistar a atenção de ummercado cada mais inflacionado por produtos e centrado em si, é preciso seesforçar. A fronteira pode ser rompida, como constantemente é. Daí, a função dobest-seller no macro-organismo editorial e, em outro aspecto, da rede decontatos. Afinal, nenhum livro se torna uma obra-prima sem este ser invisível,o leitor. Sem que você veja, será a atitude dele, comprando e disseminando seutrabalho, que dará vida à criatura e ao criador. E sua resposta terá impactodireto na confiança que o editor depositou em alguém com poucos ou nenhumacredencial no meio. Embora forte na área e naqueles que se mantém informados aseu respeito, o editor cederá espaço para o autor e a obra. Uma definição seriaum funcionário de &lt;i&gt;fronteira&lt;/i&gt;, umaentidade translúcida: invisível para o público e brilhante em seu meio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;No mercado editorial, há um marde fantasmas aguardando pela sua encarnação. A relação entre escritores eeditoras é, por regra, oscilante. Muitas vezes, um agente surge como elo paraligar estes universos distintos. Ele é o cartão de visitas humano, aquelerelacionado no meio. Sua função será pegar este autor infante e o conduzirpelos corredores do labirinto editorial. A qualificação dele poderá ser o fatordecisivo para uma editora arriscar um financiamento que, dependendo do autor,pode ser muito custoso. Nos últimos anos, tivemos casos bastante documentadosde medalhões que deixaram suas casas editorias e, através de uma série denegociações, conseguiram um local novo para seu catálogo chamar de lar. Oagente, ao contrário dos outros elementos da cadeia, é aquele que devedesaparecer. Através da discrição, ele tornará o projeto uma realidade e sairáde cena. Sua permanência, assim, se torna pontual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O último fantasma de que melembro, é aquele atende por esse nome, mas &lt;st1:personname productid="em inglês. Uma" w:st="on"&gt;em inglês. Uma&lt;/st1:personname&gt; figuracuja definição é misteriosa até mesmo entre os membros da área. Nos últimosanos, surgiram dois filmes cujo protagonista era um &lt;i&gt;ghostwriter&lt;/i&gt;: um suspense apropriadamente chamado de &lt;i&gt;O escritor fantasma&lt;/i&gt; e a adaptaçãocinematográfica do romance de Chico Buarque &lt;i&gt;Budapeste&lt;/i&gt;.Enviei perguntas para a editora Cristiane Costa e a escritora Carla Mühlhaus arespeito deste profissional. A partir das respostas, comecei a enxergar oghostwriter como uma espécie de anti-autor e autor supremo: é alguém cujotrabalho precisa ser de qualidade, mas que não pode ser visto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Segundo Costa, “não há umaformação específica para esse profissional. Ao mesmo tempo, existe uma demandapor ele. E aí surge o lado mais perigoso da falta de reconhecimento. Afinal, seele fez um bom trabalho, ninguém deve saber.” Como Mühlhaus questionou:"como provar experiência, se ele não pode mostrar nada que escreveu?"No caso, por ser incapacitado de montar um currículo de trabalhos nesta área,ele apresentaria sua qualificação como autor. Logo, o motivo por muitos seremprovindos da atividade jornalística.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O ghostwriter, dos personagensque compõem esta rede, é aquele que nunca sairá da fronteira. Sua sobrevivênciadepende disso. Ele deve ter a arrogância do autor, o otimismo do leitor, acautela do editor e a discrição do agente. E, ao contrário de todos esses,jamais poderá colher os frutos de seu trabalho, exceto em mais serviço. Ele é omensageiro com livre passagem entre a barreira da publicação e a do anonimato.No entanto, ao contrário dos outros, sem residência fixa em nenhum desseslocais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.revistarapadura.com/2011/11/fantasmas.html" target="_blank"&gt;Artigo publicado originalmente narevista eletrônica &lt;b&gt;&lt;i&gt;Rapadura&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, ed. 3, setembro/outubro de 2011&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Daniel Russell Ribas&lt;/b&gt; nasceu em 1983. Criado no Rio de Janeiro eapaixonado por Copacabana. Formou-se em Jornalismo na PUC-Rio. Já escreveuroteiros e contos. Trabalha na Editora Oito e Meio e organiza uma antologiaerótica para a editora Vermelho Marinho. É Fluminense.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-4216609103077765570?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/4216609103077765570/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=4216609103077765570&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/4216609103077765570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/4216609103077765570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/fantasmas.html' title='Fantasmas'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3QRobk86_Rc/TvhshHz5E5I/AAAAAAAAAGE/pvYQfDlWmEs/s72-c/trave_blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-1451240302857489319</id><published>2011-12-16T07:34:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T07:35:56.670-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial'/><title type='text'>Feira da Reminiscência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uysEAlxeRpM/TutlP9yTQlI/AAAAAAAAAF4/Wt2ld9UQz4g/s1600/concaza_feira.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-uysEAlxeRpM/TutlP9yTQlI/AAAAAAAAAF4/Wt2ld9UQz4g/s1600/concaza_feira.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-1451240302857489319?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/1451240302857489319/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=1451240302857489319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1451240302857489319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1451240302857489319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/feira-da-reminiscencia.html' title='Feira da Reminiscência'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uysEAlxeRpM/TutlP9yTQlI/AAAAAAAAAF4/Wt2ld9UQz4g/s72-c/concaza_feira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-55021122174248966</id><published>2011-12-13T08:47:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T08:49:29.170-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>O engenheiro &amp; o poeta</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0Gb0guSKCSo/TueBP5wDW3I/AAAAAAAAAFo/ZnqQi2tc6M0/s1600/parreira_writing01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-0Gb0guSKCSo/TueBP5wDW3I/AAAAAAAAAFo/ZnqQi2tc6M0/s400/parreira_writing01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Por Claudio Parreira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Ousado. Genial. E um dia o engenheiro mundialmente reconhecido foi à TV anunciar sua mais nova obra:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— Um muro de palavras. O maior e mais alto muro de palavras já visto pelo Homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;A obra gigantesca foi posta em execução: milhares de homens trabalhando, máquinas, e palavras, palavras, palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Volta e meia um jornalista aparecia com a pergunta:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— Quando será concluída a obra?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;O engenheiro respondia sempre, cretinamente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— Esse muro só termina quando me faltarem as palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Durante anos o muro cresceu em direção ao céu. Palavras, quilômetros delas. A impressionante obra já consumira milhares de vidas, homens. Fora até mesmo comparada às pirâmides do Egito, tamanha a sua grandeza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— E essa porra, não acaba nunca? — começaram a perguntar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Diante do silêncio do engenheiro, o mundo passou a acreditar que o muro estaria pronto em breve. As palavras, afinal, já lhe faltavam. Tudo era uma questão de tempo. Pouco tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Mas as obras do muro, como se constatou, não foram concluídas em uma semana. Nem em um mês. Um ano depois e o muro ainda crescia vertiginosamente, sem previsões de término.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;O caos se instalou: jornalistas e autoridades nacionais e estrangeiras falavam coisas sem nexo. Todo mundo tinha uma teoria sobre o muro mas ninguém era capaz de provar. A pirâmide havia se transformado em torre de Babel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Vinte anos depois o muro foi enfim concluído. Não pelo engenheiro, já morto, mas sim por um poeta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;O mundo quis saber:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— Como é que o senhor, poeta, realizou tal proeza?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— O engenheiro que inventou este muro de palavras só entendia de números.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;Todos permaneceram calados. O poeta continuou:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— O seu projeto era grandioso, sim, arrojado. Mas ele, o engenheiro, deteve sua atenção somente sobre as palavras, e ignorou que as palavras, assim como os números, também estão condicionadas a certas regras. O engenheiro foi brilhante, sim, mas esqueceu algo que jamais poderia esquecer quando se trabalha com palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— E o que foi que ele esqueceu? — perguntaram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit;"&gt;— Uma coisa que os poetas podem até não utilizar, mas jamais ignoram: o ponto final.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Claudio Parreira&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; é escritor e jornalista (São Paulo – SP). Foi colaborador da &lt;i&gt;Revista Bundas&lt;/i&gt;, do jornal &lt;i&gt;O Pasquim 21&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Caros Amigos on line&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Agência Carta Maior&lt;/i&gt;, entre outras publicações. Teve contos incluídos nas coletâneas &lt;i&gt;Contos de algibeira&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Fiat Voluntas Tua&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Dimensões.br&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Portal 2001&lt;/i&gt;, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-55021122174248966?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/55021122174248966/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=55021122174248966&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/55021122174248966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/55021122174248966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/o-engenheiro-o-poeta.html' title='O engenheiro &amp; o poeta'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0Gb0guSKCSo/TueBP5wDW3I/AAAAAAAAAFo/ZnqQi2tc6M0/s72-c/parreira_writing01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-1291021565749048621</id><published>2011-12-11T05:48:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T08:44:55.319-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficções'/><title type='text'>Poièsis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wXf22qFHdVg/TudXQpucePI/AAAAAAAAAFg/C9QDR36EtjQ/s1600/fcc_writing1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-wXf22qFHdVg/TudXQpucePI/AAAAAAAAAFg/C9QDR36EtjQ/s400/fcc_writing1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Por Rodrigo Novaes de Almeida&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Palavras são pequeninas esferas vibrantes formadas na casca da fala. Como Saturno a devorar seus filhos. São pérolas no regaço carnal de uma consorte. Como Saturno a devorar seus filhos. Para fazer-se, desfazer-se e refazer-se o cortejo onírico. Como Saturno a devorar seus filhos. Ou um naco de aspiração diáfano. Nadir do canto e pranto, entram as musas. Nós, as graciosas esferas vibrantes, monumentais estádios etéreos. Nós, substrato. Nós, etos da poesia. Nós que aqui fazemos a vez do coro – obtempera/mento. Dá-Se a poesia. Como Saturno a devorar seus filhos. Canto encantado. Encanto cântico. Encantamento. Como Saturno a devorar seus filhos. Potência cosmogônica a velar-des/velar-re/velar o Ser. Como Saturno a devorar seus filhos. Através de um pátio oco luscofusco. Como Saturno a devorar seus filhos. Resguarda-se o limite sob um domo, aviltamento do chão. Até estar outra vez no recobrimento concreto do mundo. Interstício do ânimo dos ruminantes. Trincadura orgânica do corpo metafísico – &lt;i&gt;Imitatio Dei&lt;/i&gt;. Como Saturno a devorar seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;(Do livro &lt;b&gt;&lt;i&gt;Rapsódias – Primeiras histórias breves&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, esgotado, 2009)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-1291021565749048621?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/1291021565749048621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=1291021565749048621&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1291021565749048621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1291021565749048621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/poiesis.html' title='Poièsis'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wXf22qFHdVg/TudXQpucePI/AAAAAAAAAFg/C9QDR36EtjQ/s72-c/fcc_writing1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-573707836180420311</id><published>2011-12-09T09:16:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T09:19:05.067-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>O português brasileiro no mundo e a tradução</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-d3ABgj9R25g/TuJCA3uohrI/AAAAAAAAAFM/3s37DZgWK40/s1600/trad_2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-d3ABgj9R25g/TuJCA3uohrI/AAAAAAAAAFM/3s37DZgWK40/s400/trad_2011.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Por Felipe Lindoso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A tradução é um grande fator de consolidação e expansão das línguas literárias. Mesmo depois de sua consolidação – geralmente por um processo político, mas que inclui em muitos casos a cristalização em uma grande obra literária – o enriquecimento dos idiomas sempre se dinamiza com a polinização feita pelas traduções. No caso das línguas neolatinas, deu-se a necessidade de traduzir os textos originários do latim, que em muitos casos já eram traduções do grego, e mais ainda, traduções feitas através do árabe. No caso do inglês e do alemão as respectivas traduções da Bíblia foram fator importantíssimo na cristalização dos respectivos idiomas. As traduções de Lutero e a do Rei Jaime introduziram e consolidaram muitas palavras e expressões que, paulatinamente, se tornaram comuns no alemão e no inglês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;No decorrer da história, algumas circunstâncias políticas, econômicas e sociais fazem que, em um determinado período, alguns idiomas assumam um papel predominante. No início do mundo moderno o português e o espanhol assumiram esse papel, e espalharam vocábulos pelo mundo afora. Mais tarde foi a vez do francês, a língua da diplomacia, talvez a primeira – depois da eliminação do latim – a se tornar “língua franca” no chamado Ocidente. Finalmente o inglês, impulsionando primeiro pelo Império Britânico e depois pela preponderância econômica e militar dos Estados Unidos, assumiu esse papel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Essa preponderância aparece de modo muito concreto no mundo editorial, evidenciando-se sob duas formas. Em primeiro lugar, o inglês é o idioma de origem da imensa maioria das traduções feitas para qualquer outro idioma. Em segundo lugar, o idioma inglês – e particularmente o que se expressa nos livros publicados nos Estados Unidos – é o que menos recebe traduções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Chad Post, professor da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, mantém um site chamado “The Three Percent Problem”. O nome vem da avaliação feita por ele que ao norte apenas três por cento das publicações nos EUA são traduções, e que isso estreita a visão do mundo dos americanos. Chad Post é um batalhador pelo aumento das traduções nos Estados Unidos. Há alguns anos o secretário da Academia Sueca também “acusou” a literatura estadounidense de provinciana e limitada por não receber a influência da literatura universal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;À parte a ranhetice do sueco, o fato é que, não apenas na literatura, mas também nas ciências, o predomínio do inglês é avassalador. Tão grande que gera reações bem características em diferentes países, geralmente bradando por um apoio especial para suas literaturas e na promoção dos respectivos escritores. E os norteamericanos acabam se encerrando em sua autossuficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A UNESCO mantem um arquivo chamado “Index Translationum”, desde 1932. A partir de 1979 as informações foram colocadas online e servem de base para algumas observações interessantes. Recentemente estudei essas informações em função de um projeto em que trabalho no Itaú Cultural, o “Conexões – Mapeamento Internacional da Literatura Brasileira” (www.conexoesitaucultural.org.br), que pretende montar um banco de dados com informações de pesquisadores, professores e tradutores da literatura brasileira no exterior. Já temos mais de 200 mapeados e continuamos crescendo, e vários quadros estatísticos que podem ser vistos no site.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A análise de alguns dados do Index revelou-se interessante. Dos cinquenta autores mais traduzidos no mundo, segundo o Index, nada menos que vinte e dois são de língua inglesa, seis são alemães e franceses, quatro russos, um polonês (João Paulo II), um grego (Platão), uma sueca (Astrid Lindgren), um checo (Kafka), um dinamarquês (Andersen) e um “coletivo”. Ou seja, 44% do total são de língua inglesa. É muito para um só idioma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Entretanto, dos vinte países que mais publicam traduções, os Estados Unidos estão em 11º. lugar e a Inglaterra não está no grupo. E, considerando o tamanho da produção editorial e a população dos EUA, essa posição é sintomática da falta de interesse pelo que se escreve no resto do mundo. O país que mais traduz é a Alemanha, o Brasil está em 12º. lugar, logo depois da China. Esses números dizem respeito a todos os tipos de tradução, das ciências humanas e sociais às ciências naturais e exatas, e à literatura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;As informações confirmam a percepção de que os Estados Unidos são “exportadores idiomáticos” muito maiores que importadores. E a Alemanha absorve gulosamente em seu idioma uma boa parte do que se escreve pelo resto do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;As recentes iniciativas da Biblioteca Nacional de melhorar o programa de bolsas para a tradução podem contribuir um pouco para aumentar a presença brasileira (e, por conseguinte, do português), no panorama. Mas certamente não vão alterar o quadro geral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ao manusear os questionários enviados pelos mapeados do Conexões percebemos também um problema ligado a esse intercâmbio idiomático: nosso mercado editorial é muito pobre em dicionários. Nos últimos vinte anos tivemos a publicação no Brasil de dois importantes dicionários do português, o Aurélio e o Houaiss, além do Dicionário da Academia de Ciências de Lisboa (Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea). Todos referentes ao português contemporâneo, sem nenhum que tenha um alcance histórico e filológico que mesmo de longe possa ser comparado ao OED – Oxford English Dictionary (mas esse, epítome da lexicografia, dificilmente será algum dia emulado).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Na área dos dicionários técnicos a situação é mais precária. Temos a Enciclopédia Agrícola Brasileira, projeto da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, que se destaca nesse panorama. Existem, é claro, vários dicionários especializados de direito, economia, ciências naturais, mas há uma queixa constante de tradutores a propósito da insuficiência de nossa produção lexicográfica. Os dicionários de gíria e expressões idiomáticas são quase todos folclóricos, além de limitados, produzidos mais a partir de uma perspectiva bairrista do que com rigor científico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O problema é particularmente sensível na área dos dicionários bilíngues, onde a presença daqueles produzidos em Portugal é muito maior que a dos brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A produção de dicionários é uma tarefa cara, exige investimentos consideráveis e de longo prazo. No mercado editorial, acrescente-se agora a necessidade premente de que sejam produzidas versões eletrônicas, e essas têm sido vítimas implacáveis da cópia não autorizada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A elaboração de dicionários nas diferentes áreas técnicas e também de dicionários bilíngues merece uma atenção específica de políticas governamentais, o que até hoje não existiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pior ainda, nos últimos anos – em particular entre 1994 e 2002 – houve um recuo do Itamaraty na manutenção dos Centros de Estudos Brasileiros, onde se dão cursos de português e se desenvolve – nos que sobraram – uma importante ação cultural. Foram também encerradas cátedras de português em algumas universidades europeias e norte-americanas onde existiam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Tudo isso contrasta com a ação do Instituto Camões, de Portugal, e o Instituto Cervantes, da Espanha. Duas instituições que, apesar das recentes restrições orçamentárias, principalmente em Portugal, aplicam uma política proativa de promoção do idioma, de estímulo ao seu ensino e da tradução de seus autores. Com o devido respeito à lusofonia, não podemos ficar dependentes dos portugueses para a difusão do idioma, e urge tornar real a antiga promessa da criação do Instituto Machado de Assis para a promoção do português falado no Brasil e de nossos autores. Essa é uma tarefa à qual não podem se furtar o Itamaraty, o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Felipe Lindoso&lt;/b&gt; é jornalista, tradutor, editor e consultor de políticas públicas para o livro e leitura. Foi sócio da Editora Marco Zero, Diretor da Câmara Brasileira do Livro e consultor do CERLALC – Centro Regional para o Livro na América Latina e Caribe, órgão da UNESCO. Publicou, em 2004, &lt;i&gt;O Brasil Pode Ser um País de Leitores? Política para a Cultura, Política para o Livro&lt;/i&gt;, pela Summus Editorial. Publicou este texto no Publishnews em 27 de setembro de 2011. Site: &lt;a href="http://oxisdoproblema.com.br/"&gt;http://oxisdoproblema.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-573707836180420311?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/573707836180420311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=573707836180420311&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/573707836180420311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/573707836180420311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/o-portugues-brasileiro-no-mundo-e.html' title='O português brasileiro no mundo e a tradução'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-d3ABgj9R25g/TuJCA3uohrI/AAAAAAAAAFM/3s37DZgWK40/s72-c/trad_2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-5460539045135791075</id><published>2011-12-08T07:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-08T07:15:02.221-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Escrever, inspiração ou trabalho?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Aew8cHSVcsQ/TuDS693uZxI/AAAAAAAAAE8/Iep5qS50xdI/s1600/chris_writing.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-Aew8cHSVcsQ/TuDS693uZxI/AAAAAAAAAE8/Iep5qS50xdI/s400/chris_writing.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Por Christiane Angelotti&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;"A noção comum que se tem a respeito do escritor é que pessoas excepcionais, nascidas com o dom de escrever bem o belo, são periodicamente visitadas por uma espécie de iluminação das musas, ou do Espírito Santo, ou de um outro espírito propriamente dito - fenômeno a que se dá o nome de 'Inspiração'. O escritor fica sendo assim uma espécie de agente ou médium, que apenas capta as inspirações sobre ele descidas, manipulando-as no papel graças 'aquele' dom de nascimento que é a sua marca. Pode ser que existam esses privilegiados - mas os que conheço são diferentes. Não há nada de súbito, nem de claro, nem de fácil."&lt;/i&gt; Rachel de Queiroz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Qual o escritor que nunca se deparou com uma página em branco e um “vazio de ideias”? Por que isso ocorre? O que nos falta nesse momento?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Tenho colegas que dizem serem momentos em que parece faltar uma conexão com o mundo interno. Isso explicaria porque não consigo escrever quando estou doente, porque não sinto a escrita fluir quando estou com algum problema mais sério que parece esgotar as minhas energias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Considero escrever um oficio e como todo ele, requer disciplina, esforço, vontade de aprender, estudo, dedicação. Mas há sim uma enorme diferença em ler um texto inspirado. Ele atinge diretamente a alma do leitor. É quase um momento mágico. E escrever estando inspirado também confere a mesma sensação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Talvez existam escritores que só saibam escrever assim, inspirados. Mas é possível viver inspirado? Ou inspiração também é algo que se aprende a buscar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Quem escreve (por vocação), tem como diferencial um poder de observação capaz de extrair do mundo, do cotidiano, momentos inspirados, as tais “sacadas’ e assim garantir um toque especial na sua escrita. E isso requer um exercício de observação, de escuta e de sentir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Penso, então, que trabalho e inspiração podem caminhar lado a lado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Nos últimos tempos tenho lido alguns autores novos e me surpreendido com muita coisa. Se fosse editora apostaria em uns 3 ou 4 nomes de escritores que considero promissores. E há muito mais. Por outro lado, há os que considero devaneios do mercado... Não entendo como alguns textos são editados e porque são. Sei que há leitores para todos os estilos e defendo essa ideia, mas alguns textos simplesmente não chegam nem a configurar no que se pode chamar de literatura, não dá. Bom, vou até mudar o rumo da coluna para não ser crítica demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Escrever é ter o dom de trabalhar com as palavras. Fazer de um assunto banal, foco de atenção. De uma observação do cotidiano, uma história interessante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Nem sempre há o domínio da língua, mas isso se aprende. Difícil é ensinar alguém a ser escritor. E o que falta? Será inspiração? Vocação? Trabalho? Ou tudo isso junto?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Talvez para tentar entender a tal inspiração para escrever seja necessário entender porque escrevemos e o que nos motiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Escreve-se por amor e por necessidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Escreve-se para tentar entender o mundo, os outros e a si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Escreve-se porque viver não é suficiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Escreve-se para sonhar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Sempre me lembro de Rainer Maria Rilke em &lt;i&gt;Cartas a um jovem poeta&lt;/i&gt; quando penso no que significa ser escritor. Seria possível viver sem escrever?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Por isso acho que a inspiração talvez seja um breve momento. Trabalhamos para alcançá-la, mas ela aparece quando menos se espera. Escrever vai além, é amor e trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Texto originalmente publicado no jornal &lt;i&gt;Sobrecapa Literal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Setembro de 2011 (&lt;a href="http://www.sobrecapaliteral.com.br/"&gt;http://www.sobrecapaliteral.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Christiane Angelotti &lt;/b&gt;é escritora e editora do site educativo ABC KIDS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;(&lt;a href="http://www.blogger.com/http//:www.abckids.com.br" target="_blank"&gt;http//:www.abckids.com.br&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-5460539045135791075?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/5460539045135791075/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=5460539045135791075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5460539045135791075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5460539045135791075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/escrever-inspiracao-ou-trabalho.html' title='Escrever, inspiração ou trabalho?'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Aew8cHSVcsQ/TuDS693uZxI/AAAAAAAAAE8/Iep5qS50xdI/s72-c/chris_writing.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-474514858587864940</id><published>2011-12-07T08:16:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T08:16:40.295-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Reflexão e escrita</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3U80DVLuHcI/Tt-QvdEgPrI/AAAAAAAAAE0/5xG_lphIdpM/s1600/modelo_ros7844.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-3U80DVLuHcI/Tt-QvdEgPrI/AAAAAAAAAE0/5xG_lphIdpM/s400/modelo_ros7844.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Por Rosangela Dias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Escrever não é fácil. Trata-se de um ofício que passou a integrar os costumes culturais da humanidade há muito pouco tempo. Somente a partir do século XIX é que ler e escrever se tornaram habilidades relevantes e necessárias. Transformar sentimentos, aflições, angústias, dúvidas, as quais fazem parte do repertório humano há tempos, em letras é tarefa mais recente. O mesmo quanto a reflexões racionais e explicativas que fogem da área do sentimento e se interessam por tentar o controle do acaso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Entretanto, inúmeras pessoas se aventuram pela escrita, umas com mais sucesso do que outras. Mas o pior se dá quando alguns aventureiros não se conformam com a desventura de não serem reconhecidos como grandes escritores. Como, até hoje, a Apicuri possui em seu catálogo majoritariamente textos acadêmicos, sofro bastante com a tarefa de questionar a qualidade de textos que me são sugeridos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ossos do editorial&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Recebo inúmeros textos para apreciação. De início fiquei feliz com este “assédio editorial”, até porque decidi ser editora em função de textos de qualidade que encontrava na academia e que não vinham a público. Entretanto, penso que na área acadêmica a situação mudou, e para pior. Credito esta mudança a vários fatores, mas um considero fundamental: o produtivismo da CAPES que cobra dos pesquisadores em ciências sociais uma produção de artigos em um curto espaço de tempo. Os professores cobrados por este produtivismo, que exige quantidade, fazem revistas e livros que poucos lerão. Por sorte, com as publicações online, as árvores estão relativamente protegidas dessa sanha produtivista/CAPISTA. Por que os acadêmicos “caem” nessa cilada? As razões são múltiplas, entre elas: conseguir bolsa por produtividade, aumentar o conceito do programa de pós-graduação onde lecionam, consequentemente, garantindo sua permanência e as bolsas governamentais que recebem e, por último, mas não menos importante, a vaidade. Este pecado que, segundo alguns, é o preferido do diabo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Por conta disso, há uma quantidade enorme de textos (mal) escritos na academia. Muitas vezes, os temas são bons, as fontes utilizadas para a pesquisa são pertinentes e atraentes e os conceitos e a reflexão, bem alinhavados. Mas a leitura intrincada só permite que vejamos isso se conhecermos os vícios da escrita acadêmica, e estamos desesperadamente a procura de um bom tema para publicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A Companhia das Letras, referência de qualidade em editoria no Brasil e sonho de consumo de dez entre dez escritores nacionais, iniciou sua atividade publicando textos acadêmicos. Verifiquei, surpresa, que a tese de Sidney Chalhoub, &lt;i&gt;Visões da&lt;/i&gt; &lt;i&gt;liberdade&lt;/i&gt;, transformada em livro homônimo, foi utilizada quase que integralmente pela editora citada. Chalhoub, analista, pesquisador e conhecedor de Machado de Assis, certamente bebeu da fonte machadiana, para produzir um texto, não só convincente, como atraente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Sugiro aos acadêmicos, principalmente da área de ciências sociais, que leiam, mas leiam muito e, principalmente, os grandes romancistas. Conquistarão momentos inigualáveis de prazer e melhorarão muito a reflexão e a escrita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-474514858587864940?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/474514858587864940/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=474514858587864940&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/474514858587864940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/474514858587864940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/reflexao-e-escrita.html' title='Reflexão e escrita'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3U80DVLuHcI/Tt-QvdEgPrI/AAAAAAAAAE0/5xG_lphIdpM/s72-c/modelo_ros7844.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-4192655137771261991</id><published>2011-12-01T00:01:00.000-08:00</published><updated>2011-12-01T04:13:36.496-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A Biblioteca de Babel existe?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-KMYPV0Cho0U/TtaopSz0ThI/AAAAAAAAAEg/f1OCmSeR_bc/s1600/babel_apicuri.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://1.bp.blogspot.com/-KMYPV0Cho0U/TtaopSz0ThI/AAAAAAAAAEg/f1OCmSeR_bc/s400/babel_apicuri.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Felipe Lindoso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabei de ler (no meu Kindle), o livro &lt;i&gt;Information – A History – A Theory – A Flood&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Informação – Uma História – Uma Teoria – Uma Inundação&lt;/i&gt;), de James Gleick (Pantheon Press). Já li dois outros livros de Gleick – &lt;i&gt;Genius&lt;/i&gt;, que é uma biografia de Richard Feynman, talvez o último gênio da física do Século XX, e a biografia de Isaac Newton, quando o autor teve que tirar leite de pedra para conseguir os fatos do formulador da lei da gravidade, um bizarro que gostava de queimar todos seus papeis.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;i&gt;Information&lt;/i&gt;, Gleick começa mostrando como funciona, de fato, a comunicação por tambores usada na África, trata do telégrafo, da criptografia e detalha o surgimento da teoria da informação e de como esta foi se imbricando com a física quântica, a genética, o acaso, o facebook e a Wikipédia, e termina nas indagações sobre a biblioteca de Babel.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, antes de chegar lá, Gleick vai mostrando uma galeria de personagens fantásticos. Ele realmente consegue transformar em algo sensacional e eletrizante (!) a vida de físicos, engenheiros e outros quetais.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Algumas pérolas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos nós, letrados, já ouvimos falar do poeta romântico inglês Lord Byron. Não apenas por seu papel no romantismo como pelas viagens, inclusive a famosa estadia em Genebra com Percy e Mary Shelley, quando esta escreveu &lt;i&gt;Frankenstein&lt;/i&gt;. Acusado de ter tido uma filha com a irmã, Augusta, Byron casou-se com outra aristocrata inglesa, Anne Milbanke, e com ela teve uma filha, Ada Augusta Byron King, Condessa de Lovelace. Essa mocinha, com esse nome que nos faz lembrar o filme Deep Throath, foi uma matemática de altíssimo nível, e é considerada a primeira programadora de computadores – na primeira metade do século XIX. Ela programou o computador projetado por Babbage, outro matemático, que não conseguiu construi-lo porque a metalurgia da época não tinha condições técnicas para isso. Já no século XX a máquina foi feita e funcionou, seguindo a programação de Lovelace.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podem acreditar que o livro tem muito mais personagens geniais, bizarros e pacatamente criativos que foram construindo a teoria da informação. Uma delícia de leitura.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claude Shannon, matemático e pesquisador do Bell Laboratory, foi quem definiu o “bit” como a unidade mínima de informação existente. No mesmo laboratório e na mesma época da invenção do transístor, e a combinação das duas coisas levou a hoje podermos ler esse texto em computadores que podem estar separados por milhares de quilômetros, recebendo dados armazenados na “nuvem”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa tortuosa história, entretanto, interessa aqui pelas implicações práticas e filosóficas que dizem respeito à Biblioteca de Babel, a invenção borgiana, na qual metaforicamente estaria depositado todo o conhecimento humano. “O Universo, (que outros chamam de biblioteca)” e o seu paradoxo: nenhum conhecimento pode ser descoberto ali porque todo conhecimento já está lá, lado a lado nas prateleiras que contem todos os livros sobre todas as coisas em todos os idiomas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Biblioteca de Babel é o caso perfeito do empanturramento de informação que nos assola. Imaginariamente, Borges já tinha descrito esse verdadeiro caos que é a abundância da informação, que nos bombardeia por todos os lados, a todo instante. Biblioteca de Babel que a Wikipédia imagina reproduzir, como a enciclopédia de todas as enciclopédias. Biblioteca de Babel que o Google quer que exista online, com todos os livros do mundo, em todos os idiomas, digitalizados e disponíveis “na nuvem”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O caos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, no final, a semântica, o significado, termina por prevalecer. Ao contrário da invenção borgiana, os sistemas de informação criaram seus sistemas de busca e filtro, e é isso que nos separa da Biblioteca de Babel, onde tudo está e nada é encontrado. Diferenciar entre informação e significado no meio dessa pletora de bits é o que restaura nossa humanidade. Os engenheiros simplesmente nos deram a oportunidade de explorar melhor, ao compreender, que informação não é significado, não é conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Universo é a Biblioteca de Babel, mas nós é que damos significado a ela.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Felipe Lindoso &lt;/b&gt;é jornalista, tradutor, editor e consultor de políticas públicas para o livro e leitura. Foi sócio da Editora Marco Zero, Diretor da Câmara Brasileira do Livro e consultor do CERLALC – Centro Regional para o Livro na América Latina e Caribe, órgão da UNESCO. Publicou, em 2004, &lt;i&gt;O Brasil Pode Ser um País de Leitores? Política para a Cultura, Política para o Livro&lt;/i&gt;, pela Summus Editorial. Publicou este texto no Publishnews em 4 de outubro de 2011. Site: &lt;a href="http://oxisdoproblema.com.br/"&gt;http://oxisdoproblema.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-4192655137771261991?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/4192655137771261991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=4192655137771261991&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/4192655137771261991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/4192655137771261991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/12/biblioteca-de-babel-existe.html' title='A Biblioteca de Babel existe?'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-KMYPV0Cho0U/TtaopSz0ThI/AAAAAAAAAEg/f1OCmSeR_bc/s72-c/babel_apicuri.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-5804483021861942200</id><published>2011-11-30T04:10:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T07:36:13.829-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Para uma retomada da razão no mundo árabe-islâmico (Artigo - Civilizações)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="cf543bf2-d8fa-4eaf-0e70-b665a34c17e8" style="height: 389px; width: 550px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;titleBarEnabled=true&amp;amp;printButtonEnabled=false&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=100121183354-c7692355d0cf4132a9021010cc0f49b6" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"/&gt;&lt;param name="menu" value="false"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"/&gt;&lt;embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:550px;height:389px" flashvars="mode=mini&amp;amp;titleBarEnabled=true&amp;amp;printButtonEnabled=false&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=100121183354-c7692355d0cf4132a9021010cc0f49b6" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; width: 550px;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://issuu.com/rnalmeida/docs/artigo_isla?mode=window&amp;amp;printButtonEnabled=false&amp;amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://issuu.com/search?q=teologia" target="_blank"&gt;More teologia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo originalmente publicado no site do &lt;i&gt;&lt;a href="http://diplomatique.uol.com.br/acervo.php?id=2899&amp;amp;tipo=acervo" target="_blank"&gt;Le Monde Diplomatique - Brasil&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; em 13 de novembro de 2008. Rodrigo Novaes de Almeida é jornalista e escritor.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-5804483021861942200?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/5804483021861942200/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=5804483021861942200&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5804483021861942200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5804483021861942200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/para-uma-retomada-da-razao-no-mundo.html' title='Para uma retomada da razão no mundo árabe-islâmico (Artigo - Civilizações)'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-234540274837469709</id><published>2011-11-29T05:20:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T05:39:19.820-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>Primavera dos Livros 2011 – Álbuns</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MeSkvRDxYXU/TtTbcYIh-OI/AAAAAAAAAEY/oNDuuLAM83w/s1600/mosaico_primavera11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-MeSkvRDxYXU/TtTbcYIh-OI/AAAAAAAAAEY/oNDuuLAM83w/s640/mosaico_primavera11.jpg" width="499" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Lançamento do livro &lt;b&gt;&lt;i&gt;Dias &amp;amp; Riedweg&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e mesa redonda com a autora, Beatriz Pimenta Velloso, o artista visual Walter Riedweg e a patrona da feira, Heloisa Buarque de Holanda. E também: Jozias Benedicto, coordenador da coleção Pensamento em Arte, Hugo Houayek, autor de &lt;i&gt;Pintura como ato de fronteira&lt;/i&gt;, Luciano Vinhosa, autor de &lt;i&gt;Obra de arte e experiência estética&lt;/i&gt;. Mais: Christiane Angelotti, José Luiz Goldfarb e Martinho da Vila, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Álbum: &lt;a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.278439855524445.61248.194797653888666&amp;amp;type=3" target="_blank"&gt;Primavera dos Livros 2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Álbum: &lt;a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.278473688854395.61255.194797653888666&amp;amp;type=3" target="_blank"&gt;Lançamento e Mesa Redonda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-234540274837469709?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/234540274837469709/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=234540274837469709&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/234540274837469709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/234540274837469709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/primavera-dos-livros-2011-albuns.html' title='Primavera dos Livros 2011 – Álbuns'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MeSkvRDxYXU/TtTbcYIh-OI/AAAAAAAAAEY/oNDuuLAM83w/s72-c/mosaico_primavera11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-4584407273471122244</id><published>2011-11-25T00:01:00.000-08:00</published><updated>2011-11-25T05:00:21.566-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Para gostar de ler</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SRaAYufSzrE/Ts7pYwiGiJI/AAAAAAAAAEQ/dao1_rcRJSM/s1600/ler_3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://2.bp.blogspot.com/-SRaAYufSzrE/Ts7pYwiGiJI/AAAAAAAAAEQ/dao1_rcRJSM/s400/ler_3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Por Christiane Angelotti&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Não é de hoje a preocupação em incentivar a leitura tanto para as crianças como para adultos. Os benefícios da leitura são muitos e já comprovados em inúmeras pesquisas. &amp;nbsp;Pessoas que lêem, falam e escrevem melhor. Por consequência, se expressam melhor. Como incentivar uma criança a ler, como criar o hábito da leitura são temas de diversos debates e estudos. &amp;nbsp;Acredito que a grande pergunta seria como estimular o prazer da leitura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Hábitos e comportamentos se mantêm quando gostamos de fazer algo. Claro que cada pessoa funciona de um jeito. Existem aquelas em que, por curiosidade, por algum instinto, são atraídas pelos livros, pelas histórias, mesmo tendo todo um ambiente desfavorável. Mas a grande maioria não funciona assim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A escola acabou ficando responsável por incentivar a leitura. Porém, cabe à família, principalmente, esse papel. Ler deveria ser parte de educar. Afinal, ler transforma vidas. A leitura sendo compartilhada como algo divertido, como sendo um presente e um hábito de toda uma sociedade não teria nenhuma dificuldade em se tornar parte da vida das crianças e jovens. Até porque a criança segue o exemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O que fascina e atrai alguém para a leitura é uma boa história. Uma boa história é aquela que nos deixa fazer parte dela. Habitamos nela enquanto lemos. Infelizmente não é todo livro que contém uma boa história. Há muito lixo no mercado. Alguns feitos para que o leitor se interesse momentaneamente. Uma leitura “da moda”. Muitos livros com “receitas prontas” de como fazer isso, como fazer aquilo, como ser assim... Nesse ponto, tenho até que respeitar, pois há pessoas que gostam de ler tais “manuais” e se os mesmos trazem algum benefício para o leitor, têm o seu valor. Mas penso que isso não seja literatura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Literatura é o que nos faz sonhar, viajar na imaginação, exercitar a emoção. Ao abrir um livro, se você sentir como se estivesse sido transportado para outro mundo, para uma determinada cena, uma época, uma ocasião... Isso é literatura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Em um país como o Brasil, onde as taxas de analfabetismo são altas e o analfabetismo funcional é algo a ser muito considerado, há de se pensar e agir cada vez mais em formas para atrair as pessoas para o mundo dos livros. Por isso, acredito na importância de movimentos como saraus, contação de histórias, as chamadas oficinas (de leitura, poesia...); tudo o que puder aproximar as pessoas dos livros são ações de suma importância e deveriam ser prioridades para os governos. Aliás, porque será que não são? Se a leitura nos leva à reflexão, a formar um pensamento crítico e às mudanças?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Texto originalmente publicado no jornal &lt;i&gt;Sobrecapa Literal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Junho de 2011&amp;nbsp;(&lt;a href="http://www.sobrecapaliteral.com.br/"&gt;http://www.sobrecapaliteral.com.br/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Christiane Angelotti&lt;/b&gt; é escritora e editora do site educativo ABC KIDS (&lt;a href="http://www.blogger.com/http//:www.abckids.com.br" target="_blank"&gt;http//:www.abckids.com.br&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-4584407273471122244?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/4584407273471122244/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=4584407273471122244&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/4584407273471122244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/4584407273471122244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/para-gostar-de-ler.html' title='Para gostar de ler'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SRaAYufSzrE/Ts7pYwiGiJI/AAAAAAAAAEQ/dao1_rcRJSM/s72-c/ler_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-5772517145313453841</id><published>2011-11-24T05:39:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T17:08:03.591-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Escrever</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mpg29Q91JnY/Ts5GsdS23aI/AAAAAAAAAEI/S0_i4-jtbP0/s1600/omar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="276" src="http://3.bp.blogspot.com/-mpg29Q91JnY/Ts5GsdS23aI/AAAAAAAAAEI/S0_i4-jtbP0/s400/omar.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;b&gt;Por Rosangela Dias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Uma vez me perguntaram por que me tornei editora. A resposta foi fácil: “porque gosto de livros”. Mas acredito que a resposta à pergunta “Por que alguém se torna escritor?” não é tão fácil assim. Após ler &lt;i&gt;A maleta de meu pai&lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3819059520287685005&amp;amp;postID=5772517145313453841" name="_ednref1"&gt;,&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Administrador/Meus%20documentos/Downloads/Rosangela%20Dias%20-%20Escrever%20(sem%20marcas).doc#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; discurso/confidência feito pelo escritor turco Orhan Pamuk ao receber o Prêmio Nobel de Literatura em 2007, percebi quão complexa é a dimensão que envolve o ato de escrever.Fiquei tentada a “exigir” que todo e qualquer candidato a publicar na editora que dirijo fosse obrigado a ler o texto de Pamuk. Nele são descritos todos os malefícios sofridos por quem decide ser escritor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O mote para o texto é a maleta que seu pai lhe deu com seus escritos, pedindo-lhe “Dê só uma olhada”. Talvez, para o pai, a maleta seria “um fardo incômodo”, mas para ele, o filho, um peso. Nela poderia aparecer um pai que ele não conhecia, criador de um mundo que o filho não compartilhou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A partir desta ideia Pamuk resume o significado do que é ser escritor e do que é escrever.“O escritor é uma pessoa que passa anos tentando descobrir um segundo ser dentro de si”, [...] “uma pessoa que fecha a porta [...] volta-se para dentro; cercada pelas suas sombras, constrói um mundo novo com as palavras”. Alguém que “se recolhe em si mesmo – com paciência, obstinação e alegria”. O escritor é um “criador de novos mundos” cujo segredo não é a inspiração, “mas a sua teimosia, a sua paciência”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Para a criação deste novo mundo é preciso que a “força da história se acumule” no autor e, então, ele “decide sentar-se diante da mesa e entregar-se com paciência a sua arte [...]”. Arte que exige solidão ou talvez uma arte somente permitida àqueles que não sintam falta de “muita gente, salões, piadas, companhia”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pamuk continua sua fala e cada vez mais insiste na necessidade do escritor de “evitar multidões, as outras pessoas”. “O ponto de partida da verdadeira literatura é o homem que fecha a porta e se recolhe com seus livros”. Escrever, para Pamuk, não é uma atividade mundana, é preciso talento, respeito e compreensão pelo outro para “contar as próprias histórias como se fossem histórias dos outros, e contar as histórias dos outros como se fossem suas, porque isso é a literatura”. Buscar “consolo na alteridade”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pamuk em seu texto invoca a tradição do ofício, “das palavras que vieram antes de nós,” e da necessidade que o escritor tem de “transformar em palavras esse olhar para dentro”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Mais não digo do que escreveu/falou Pamuk, pois recomendo que todos leiam seu livro. Só adianto que ficamos sem muita informação sobre os escritos de seu pai e que felicidade e literatura não caminham, necessariamente, juntas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1"&gt;&lt;div class="MsoEndnoteText"&gt;&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Administrador/Meus%20documentos/Downloads/Rosangela%20Dias%20-%20Escrever%20(sem%20marcas).doc#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;pamuk&lt;/span&gt;, Orhan. &lt;i&gt;A maleta de meu pai&lt;/i&gt;, São Paulo: Companhia das Letras, 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div id="ftn1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-5772517145313453841?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/5772517145313453841/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=5772517145313453841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5772517145313453841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5772517145313453841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/escrever.html' title='Escrever'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mpg29Q91JnY/Ts5GsdS23aI/AAAAAAAAAEI/S0_i4-jtbP0/s72-c/omar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-726338665661667432</id><published>2011-11-18T09:33:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T09:38:18.710-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial'/><title type='text'>Dias &amp; Riedweg: alteridade e experiência estética na arte contemporânea brasileira</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Lançamento dia 25 de novembro de 2011, no Museu da República - Rua do Catete 153 (RJ), às 19 horas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;E sábado, 26.11, às 19h30, mesa redonda com Heloísa Buarque de Holanda, patrona da Primavera dos Livros 2011 – &lt;i&gt;Universidade das Quebradas, A estética cultural da periferia&lt;/i&gt;. Mediação de Paulo Magalhães. Convidados: Beatriz Pimenta Velloso e Nega Gizza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-F9TWQoBrarQ/TsaV_GWv3-I/AAAAAAAAADs/mYfeKfvTFxs/s1600/convite_beatriz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://3.bp.blogspot.com/-F9TWQoBrarQ/TsaV_GWv3-I/AAAAAAAAADs/mYfeKfvTFxs/s400/convite_beatriz.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #999999; font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;(clicar na imagem para ver o convite maior)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Dias &amp;amp; Riedweg: alteridade e experiência estética&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;na arte contemporânea brasileira,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;de Beatriz Pimenta Velloso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Maurício Dias e Walter Riedweg desenvolvem seus projetos em colaboração com diferentes grupos sociais, apresentando-os em videoinstalações que contextualizam em forma de arte as suas subjetividades. Na arte contemporânea brasileira, grupos desprivilegiados já tinham feito sua aparição, como na pintura modernista da Semana de Arte de 1922 que, entretanto, observou a alteridade à distância e a idealizou em formas cubistas. Sob outra perspectiva, Dias &amp;amp; Riedweg aproximam a representação artística à experiência direta do encontro, em que o risco da inclusão e exclusão não está apenas presente, como também visível na própria abordagem. Assim, os artistas evidenciam que a subjetividade é algo presente em todos os contextos, independente das diferenças socioeconômicas – postura que evoluiu a partir de Hélio Oiticica que, no final dos anos 1960, conviveu com os habitantes do Morro da Mangueira e construiu obras inspiradas no cotidiano de suas vidas. A partir dos anos 1990, Dias &amp;amp; Riedweg, ao se beneficiarem das tecnologias do vídeo, possibilitam uma maior aproximação do público de arte a experiências com a alteridade, convidando os visitantes de suas exposições a refletir sobre os respectivos mecanismos de inclusão e exclusão que fundamentam a formação de nossa cultura.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/Dias___Riedweg/57/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-a-34HuK4Id0/TsaWc1ZYqvI/AAAAAAAAAD0/T8OonAtuzNE/s400/biapimenta_capa.jpg" width="256" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;ISBN&lt;span class="MsoSubtleEmphasis"&gt;:&lt;/span&gt;&amp;nbsp; 978-85-61022-61-7&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Formato&lt;span class="MsoSubtleEmphasis"&gt;:&lt;/span&gt;&amp;nbsp; 14x21 cm&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Número de páginas&lt;span class="MsoSubtleEmphasis"&gt;:&lt;/span&gt;&amp;nbsp; 152 páginas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Preço&lt;span class="MsoSubtleEmphasis"&gt;:&lt;/span&gt;&amp;nbsp; R$ 38,00&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-726338665661667432?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/726338665661667432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=726338665661667432&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/726338665661667432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/726338665661667432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/dias-riedweg-alteridade-e-experiencia.html' title='Dias &amp; Riedweg: alteridade e experiência estética na arte contemporânea brasileira'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-F9TWQoBrarQ/TsaV_GWv3-I/AAAAAAAAADs/mYfeKfvTFxs/s72-c/convite_beatriz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-7799839948391484811</id><published>2011-11-16T08:51:00.000-08:00</published><updated>2011-11-16T08:56:10.909-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial'/><title type='text'>A política externa brasileira na era Lula: um balanço</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/A_politica_externa_brasileira_na_era_Lula/44/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-u2pKwc5AIh4/TsPpNIrptnI/AAAAAAAAADk/nSarZyjWhsA/s400/Pol%25C3%25ADtica+Externa+CAPA.jpg" width="256" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: 13pt; font-variant: small-caps; line-height: 150%;"&gt;Apresentação – Págs. 7 a 10&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ao tomar posse para o seu primeiro mandato presidencial em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em seu discurso no Congresso Nacional: “‘Mudança’: esta é a palavra-chave e foi a grande mensagem da sociedade brasileira nas eleições de outubro. A esperança finalmente venceu o medo e a sociedade brasileira decidiu que estava na hora de trilhar novos caminhos”.&lt;a href="file:///C:/Users/Divulga%C3%A7ao/Desktop/Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20PE.docx#_edn1" name="_ednref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;No âmbito da sua política externa, o Brasil experimentou notáveis mudanças nos últimos anos, tendo assumido um intenso protagonismo nas grandes questões mundiais. Assim, olhando em retrospectiva, mais de 8 anos depois do início da “era Lula”, e tendo a percepção do novo status adquirido pelo país no cenário internacional, não podemos deixar de recordar uma anedota que circulava naquele momento, comparando a política externa do então novo presidente com a de seu antecessor: dizia-se que, com Fernando Henrique Cardoso (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Fhc&lt;/span&gt;) recebido com honras e admiração no círculo restrito da terceira via dos anos 1990, formado por Bill Clinton (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Eua&lt;/span&gt;), Tony Blair (Reino Unido) e Lionel Jospin (França), o Brasil havia sido aceito como o último dos primeiros; já o Brasil de Lula, com as novas diretrizes diplomáticas assumidas a partir de 2003, teria decidido tornar-se o primeiro dos últimos. A posição no ranking ficaria inalterada; a mudança estaria no enfoque e na eleição das prioridades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;De fato, a política exterior de Lula voltou-se – no discurso e na prática – para os países do chamado&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Sul Global. Fazendo questão de afirmar – e mostrar – que o Brasil manteria suas boas relações diplomático-comerciais com os Estados Unidos da América (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Eua&lt;/span&gt;) e a União Europeia (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Ue&lt;/span&gt;), o governo Lula fez movimentos, desde seu início, no sentido de se aproximar dos países mais pobres e, também, daqueles que se equiparavam ao nível de desenvolvimento econômico brasileiro. O Itamaraty assumiu a causa da luta contra os subsídios agrícolas mantidos por europeus e estadunidenses, catalisou a formação do &lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;g-20&lt;/span&gt; e ajudou a inviabilizar o projeto da Área de Livre Comércio das Américas (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Alca&lt;/span&gt;). Ao mesmo tempo, na América do Sul, procurou investir no Mercado Comum do Sul (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Mercosul&lt;/span&gt;), respeitando as idiossincrasias argentinas e atraindo a Venezuela de Hugo Chávez. Ainda na região, o Brasil buscou instigar a aproximação política entre os Estados, pretendendo firmar-se como mediador dos conflitos regionais. Mesmo que nesse propósito tenha tido resultados irregulares, o país pôde impor seu ritmo na formação da União Sul-Americana de Nações (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Unasul&lt;/span&gt;), criada com o ambicioso propósito de conectar política, diplomática, militar e economicamente o Pacto Andino, o Mercosul, a Guiana e o Suriname. Assim, como ressaltava o então chanceler Celso Amorim, em artigo publicado no ano de 2004:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="semespaamento" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 99.25pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="semespaamento" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 99.25pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A ação diplomática do governo Lula é concebida como instrumento de apoio ao projeto de desenvolvimento social e econômico do País. Mas ela possui, também, uma dimensão humanista, que se projeta na promoção da cooperação internacional para o desenvolvimento e para a paz. Está profundamente enraizada nos interesses e esperanças do povo brasileiro. É nacional, sem deixar de ser internacionalista.&lt;a href="file:///C:/Users/Divulga%C3%A7ao/Desktop/Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20PE.docx#_edn2" name="_ednref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 11pt;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 11pt;"&gt;2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 99.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Além disso, Lula exerceu abertamente a chamada diplomacia presidencial, usando seu carisma para circular entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, a fim de assegurar a posição de articulador de mundos: de Davos a Porto Alegre, da Casa Branca à Casa Rosada, da Bolívia ao Oriente Médio. Nos governos Lula, o Brasil voltou novamente os olhos à África, abrindo novas embaixadas e desenvolvendo parcerias econômicas com países como Angola, Nigéria e África do Sul. Nas Américas, deixou de agir apenas na sua área tradicional de influência – a América do Sul – apresentando-se para liderar a face militar da Missão das Nações Unidades para a Estabilização do Haiti (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Minustah&lt;/span&gt;), a partir de 2004. Continuou, ainda que sem sucesso, na campanha pela reforma da &lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Onu&lt;/span&gt; que, entre outras alterações, lhe garantisse um assento como membro permanente no Conselho de Segurança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A ampliação dos alvos da política externa na era Lula motivou manifestações de apoio e de rejeição, no Brasil e no exterior. Os críticos a consideraram demagógica e ineficaz; os entusiastas, a classificaram como inovadora e original. Alguns voltaram a falar em hegemonia brasileira: para uns, necessária; para outros, perigosa. Houve quem indicasse uma incômoda semelhança entre a política externa de Lula e o pragmatismo responsável da ditadura militar; denúncia rebatida pelos que valorizaram a ação brasileira e de Lula, em particular, como uma liderança de esquerda moderada. Ao valorizar o papel das Forças Armadas, dos acordos de cooperação militar para transferência de tecnologia e dos temas de defesa e segurança regionais, o governo Lula acabou por enfatizar o vetor estratégico das relações internacionais do Brasil, colocando em tela novas questões e problemas para além da integração comercial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;Enfim, os dois mandatos de Lula trouxeram as pautas de política internacional para o debate doméstico e ampliaram os campos de ação e de interesse da diplomacia brasileira. Além disso, o interesse de amplos setores da sociedade civil brasileira pela dinâmica das relações internacionais no mundo contemporâneo e pelos rumos da nossa política externa aumentou consideravelmente. Pensar o lugar do Brasil e seus rumos na política internacional passou a ser, assim, um exercício renovadamente complexo. Nesse sentido, e cientes da importância em se analisar, de forma plural, o legado da política externa dos governos Lula, o Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Ppgest/Uff&lt;/span&gt;), o Laboratório de Estudos sobre a Política Externa Brasileira (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Lepeb/Uff&lt;/span&gt;) e o Projeto Sistema Brasileiro de Defesa e Segurança (S&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;isdebras&lt;/span&gt;/C&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;apes&lt;/span&gt;), com o apoio do Núcleo de Estudos Estratégicos (&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Nest/Uff&lt;/span&gt;) e da graduação em relações internacionais da &lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Uff&lt;/span&gt;, organizaram, em setembro de 2010, o seminário “A política externa brasileira na era Lula: um balanço”. As contribuições dos palestrantes, pesquisadores e especialistas de diversas procedências compõem um quadro amplo e bastante significativo de aspectos da política exterior brasileira desses anos, cuidando de temas como a nova inserção internacional do Brasil, a dinâmica das relações entre Brasil e os &lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Eua&lt;/span&gt;, o papel brasileiro na América do Sul, as novas dimensões da questão de defesa nacional e regional, a atenção para com os países do Sul e o papel da imprensa na cobertura e discussão da ação exterior do país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Se é válido pensar que, de último dos primeiros, o Brasil passou à posição de liderar os últimos, o que significa esse deslocamento de prumo? Como compreender a política externa brasileira contemporânea, em seu diálogo com a tradição diplomática e suas inovações? Como analisar as relações exteriores brasileiras para além da adesão e do rechaço? O que esperar da política externa pós-Lula? Essas foram perguntas que o seminário procurou levantar, a fim de indicar possíveis respostas. O livro que dele emerge registra esse esforço e convida o leitor para que ele, também, alimente e leve adiante novas problematizações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os Organizadores&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="edn1"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Divulga%C3%A7ao/Desktop/Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20PE.docx#_ednref1" name="_edn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Lula da Silva, Luiz Inácio. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Discurso do senhor presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de posse, no Congresso Nacional, em Brasília. &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt;. São Paulo, 2 jan. 2003.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="edn2"&gt;&lt;div class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Divulga%C3%A7ao/Desktop/Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20PE.docx#_ednref2" name="_edn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Amorim&lt;/span&gt;, Celso. Conceitos e estratégias da diplomacia do Governo Lula. &lt;i&gt;Diplomacia, Estratégia e Política&lt;/i&gt; (01). Brasília: Projeto Raúl Prebisch, out./dez. 2004.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;(Orgs. Adriano de Freixo, Luiz Pedone, Thiago Moreira Rodrigues e Vágner Camilo Alves)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style="line-height: normal; text-indent: 0px;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;224 páginas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;16x23cm&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;ISBN: 978-85-61022-56-3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: x-small;"&gt;Preço: 35,00&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond, serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-7799839948391484811?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/7799839948391484811/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=7799839948391484811&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/7799839948391484811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/7799839948391484811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/politica-externa-brasileira-na-era-lula.html' title='A política externa brasileira na era Lula: um balanço'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-u2pKwc5AIh4/TsPpNIrptnI/AAAAAAAAADk/nSarZyjWhsA/s72-c/Pol%25C3%25ADtica+Externa+CAPA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-9031653543169311913</id><published>2011-11-11T04:06:00.000-08:00</published><updated>2011-11-11T04:09:28.163-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>A nova arte contemporânea brasileira</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uG7aZobeJWY/Tr0PFC53wZI/AAAAAAAAADc/h6J8yRBJXMo/s1600/artecontemp.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-uG7aZobeJWY/Tr0PFC53wZI/AAAAAAAAADc/h6J8yRBJXMo/s640/artecontemp.jpeg" width="502" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os artistas plásticos &lt;b style="text-align: justify;"&gt;Alvaro Seixas&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;Hugo Houayek&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt;, autores, respectivamente, dos livros &lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/Sobre_o_vago/46/" target="_blank"&gt;Sobre o vago: indefinições na produção artística contemporânea&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/Pintura_como_Ato_de_Fronteira/41/" target="_blank"&gt;Pintura como ato de fronteira&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-align: justify;"&gt;, da editora Apicuri, participam de mostra coletiva na galeria Coleção de Arte, no Flamengo (RJ), que abre hoje. Amanhã, às 11h, haverá um debate com a participação dos artistas e Marcus Lontra, Fernando Cocchiarale e Angélica Moraes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-9031653543169311913?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/9031653543169311913/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=9031653543169311913&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/9031653543169311913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/9031653543169311913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/nova-arte-contemporanea-brasileira.html' title='A nova arte contemporânea brasileira'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uG7aZobeJWY/Tr0PFC53wZI/AAAAAAAAADc/h6J8yRBJXMo/s72-c/artecontemp.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-3707244940807870453</id><published>2011-11-10T04:49:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T04:51:44.570-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial'/><title type='text'>Primavera dos Livros 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-g1OqD0W8aaM/TrvH-n45NDI/AAAAAAAAADU/XLXFzNFOgHE/s1600/338978_130156247092501_100002943802658_161396_547413582_o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-g1OqD0W8aaM/TrvH-n45NDI/AAAAAAAAADU/XLXFzNFOgHE/s640/338978_130156247092501_100002943802658_161396_547413582_o.jpg" width="428" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Nós estaremos lá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;"Toda a programação cultural da Primavera dos Livros está diretamente relacionada ao livro, à leitura e à formação do leitor. Na feira, os livros são oferecidos com descontos de 20% a 40% para o público em geral e de 50% para professores. Atuando nessas duas frentes, a cultural e a mercadológica, os editores independentes procuram estimular o interesse e facilitar o acesso do público a seu produto. As atividades literárias da Libre são intensas nas cidades onde ela tem maior presença (Rio e São Paulo) e culminam na realização da Primavera dos Livros."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-3707244940807870453?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/3707244940807870453/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=3707244940807870453&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3707244940807870453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/3707244940807870453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/primavera-dos-livros-2011.html' title='Primavera dos Livros 2011'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-g1OqD0W8aaM/TrvH-n45NDI/AAAAAAAAADU/XLXFzNFOgHE/s72-c/338978_130156247092501_100002943802658_161396_547413582_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-837810418425597212</id><published>2011-11-09T11:03:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T11:10:15.841-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial'/><title type='text'>Sobre envio de resenhas e originais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-c1RpOXk1EFg/TrrO16TI5DI/AAAAAAAAADM/DVKcW4fgzTw/s1600/modelo2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-c1RpOXk1EFg/TrrO16TI5DI/AAAAAAAAADM/DVKcW4fgzTw/s400/modelo2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;ENVIE SUA RESENHA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Suas resenhas dos nossos livros podem ser publicadas aqui no blog.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;COMO ENVIAR O SEU ORIGINAL&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A Apicuri terá o maior prazer em receber seu texto, desde que ele esteja afinado com nossa linha editorial. Nossa prioridade é editar livros de qualidade e que sejam de interesse de um público vasto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Recomendações para o envio de originais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• Enviar pelo correio uma cópia impressa da obra. Será preciso enviar também um resumo sucinto da mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• Em hipótese alguma remeter o exemplar original. Ilustrações, gráficos e tabelas também devem ser enviados na forma de cópia, pois nenhum material recebido será devolvido após a análise.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• Preferencialmente, as obras deverão ser remetidas em encadernação espiralada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• Livros e projetos em versão eletrônica (CDs, disquetes, e-mail ou endereços de sites) não serão avaliados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• A editora se reserva o direito de não confirmar o recebimento de originais, seja por telefone, fax ou e-mail.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• A editora conta com colaboradores para avaliar originais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• Se houver interesse na publicação da obra, entraremos em contato no prazo de até seis meses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;• Os originais não aceitos serão remetidos a empresas de reciclagem de papel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;CONTATO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Caso queira entrar na nossa mala direta e receber informações sobre a editora e convites para lançamentos dos livros, mande um e-mail para &lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;contato@apicuri.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Para maiores informações, entre em contato com a Apicuri, teremos o maior prazer em atendê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-837810418425597212?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/837810418425597212/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=837810418425597212&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/837810418425597212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/837810418425597212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/sobre-envio-de-resenhas-e-originais_09.html' title='Sobre envio de resenhas e originais'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-c1RpOXk1EFg/TrrO16TI5DI/AAAAAAAAADM/DVKcW4fgzTw/s72-c/modelo2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-1937916207831853054</id><published>2011-11-07T10:21:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T05:36:15.278-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><title type='text'>Making Of, Parque Lage 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rqqMa5LRfpI/Trgg4M18dQI/AAAAAAAAADE/6v6Hux6pSuc/s1600/mosaico_final.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-rqqMa5LRfpI/Trgg4M18dQI/AAAAAAAAADE/6v6Hux6pSuc/s640/mosaico_final.jpg" width="499" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Making Of da gravação da entrevista para o livro do artista João Magalhães, &lt;b&gt;&lt;i&gt;Pintura: indeterminação e apropriação&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Editora Apicuri, no prelo)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-7836465d6d3cc2d" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D07836465d6d3cc2d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1333256713%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2AA6327F285BEEFD0DE2C3D3942AE20AF7B04501.67621FDEA0EA153C8736AC6D0CD562C091584EBD%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7836465d6d3cc2d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DwkQUhKSpruT5ByeEGleYHe98xh0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D07836465d6d3cc2d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1333256713%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2AA6327F285BEEFD0DE2C3D3942AE20AF7B04501.67621FDEA0EA153C8736AC6D0CD562C091584EBD%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7836465d6d3cc2d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DwkQUhKSpruT5ByeEGleYHe98xh0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Com Marcelo Campos, Hugo Houayek e Jozias Benedicto. Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, dia 4 de novembro de 2011.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: x-small;"&gt;*&lt;i&gt;A entrevista é para o livro.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Divulgaremos trechos em vídeo posteriormente.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-1937916207831853054?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/1937916207831853054/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=1937916207831853054&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1937916207831853054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/1937916207831853054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/making-of-parque-lage-2011.html' title='Making Of, Parque Lage 2011'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rqqMa5LRfpI/Trgg4M18dQI/AAAAAAAAADE/6v6Hux6pSuc/s72-c/mosaico_final.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-8981619392572825116</id><published>2011-11-03T07:15:00.000-07:00</published><updated>2011-11-11T04:20:46.501-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imprensa'/><title type='text'>Entrevista com Vera Borges, professora de História e autora do livro "A batalha eleitoral de 1910", dia 2 de novembro de 2011, na CBN</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-rj/2011/11/02/LIVRO-TRAZ-A-IMPRENSA-PARA-COMPOR-PARTE-DA-TRAMA-E-MOSTRAR-AS-ELEICOES-COMO-PARTE-DE-UMA.htm" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://3.bp.blogspot.com/-SM-aRWANA7g/TrKcYj96ngI/AAAAAAAAAC8/3DjOGVCz-z8/s400/vera.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;(Clique na imagem acima para ouvir a entrevista)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/A_Batalha_Eleitoral_de_1910/56/" target="_blank"&gt;A BATALHA ELEITORAL DE 1910&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/A_Batalha_Eleitoral_de_1910/56/" target="_blank"&gt;Imprensa e Cultura Política na Primeira República&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/autor/Vera_Lucia_Bogea_Borges/50/" target="_blank"&gt;de Vera Lúcia Bogéa Borges&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Durante a Primeira República, grupos oligárquicos já disputavam entre si o Estado recém-formado. Época de agitação e crises políticas, em um Rio de Janeiro que se apregoava síntese da modernidade no país. De um lado, a candidatura de Hermes da Fonseca, proclamando uma política das salvações. De outro, Rui Barbosa, o candidato civilista, que combinava a moralidade pública com a crença na cidadania. Mergulhando a fundo e resgatando a cultura política do período, a autora vai além da opção civilista ou militarista, trazendo a imprensa para compor parte da trama e mostrando-nos as eleições como parte de uma estratégia.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/autor/Vera_Lucia_Bogea_Borges/50/" target="_blank"&gt;VERA LÚCIA BOGÉA BORGES&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Doutora (2009), mestre (2000) e licenciada (1989) em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1989). Professora do Colégio Pedro II (Unidade Engenho Novo II). Tem experiência consolidada na área de História, com ênfase em História do Brasil República, atuando principalmente nos seguintes temas: história, ensino de história, república, brasil e política educacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-8981619392572825116?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/8981619392572825116/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=8981619392572825116&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8981619392572825116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/8981619392572825116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/entrevista-com-vera-borges-professora_03.html' title='Entrevista com Vera Borges, professora de História e autora do livro &quot;A batalha eleitoral de 1910&quot;, dia 2 de novembro de 2011, na CBN'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SM-aRWANA7g/TrKcYj96ngI/AAAAAAAAAC8/3DjOGVCz-z8/s72-c/vera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-286117496530247685</id><published>2011-11-01T05:27:00.000-07:00</published><updated>2011-11-01T05:31:57.172-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de 'Salas de cinema art déco no RJ'</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/Salas_de_cinema_art_deco_no_Rio_de_Janeiro/49/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-dIJu2Tmku3o/Tq_lLI41BPI/AAAAAAAAABs/HHD8hWcs-bc/s400/Capa+frente+%2528final%2529+menor.jpg" width="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond, serif; font-size: 11.5pt;"&gt;Editora Apicuri&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond, serif; font-size: 11.5pt;"&gt;160 páginas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond, serif; font-size: 11.5pt;"&gt;16x23cm&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond, serif; font-size: 11.5pt;"&gt;ISBN: 978-85-61022-52-5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond, serif; font-size: 11.5pt;"&gt;Preço: 48,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond, serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormalCxSpFirst" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;A história do &lt;i&gt;art déco&lt;/i&gt; no Brasil através da arquitetura dos cinemas no Rio de Janeiro. Mais do que um livro direcionado para arquitetos, o trabalho de Renato Gama Rosa Costa mostra a evolução urbanística da cidade do Rio de Janeiro e a importância do surgimento dos cinemas, não somente como espaços de entretenimento, mas como reflexo das mudanças culturais que transformavam a sociedade brasileira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;Para os amantes da sétima arte e historiadores, o livro traz informações preciosas sobre o aparecimento das primeiras salas, ainda sem eletricidade, na Rua do Ouvidor, no final do século XIX, até a construção dos grandes templos do cinema, na primeira metade do século XX. O surgimento dos cinematógrafos da Avenida Central, atual Rio Branco, no período de 1907 a 1925; a herança teatral, com os cine teatros; o aparecimento da Cinelândia, projeto de Francisco Serrador, como consolidação do cinema como entretenimento, na década de 20; A construção do Pathé-Palácio - o primeiro cinema art déco, no Rio de Janeiro - até o surgimento do padrão Metro, &amp;nbsp;que introduz para a arquitetura o padrão norte americano da Paramount, com salas grandes e luxuosas. O livro também traz informações sobre a construção dos cinemas na periferia da cidade e as primeiras salas da modernidade (1932-1936); o &amp;nbsp;fim da época de ouro do cinema (1936-1941); até o movimento de simplificação das fachadas na década de 50, e o início do fim, com o período de crise das salas de cinema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;a href="http://apicuri.com.br/produto/Salas_de_cinema_art_deco_no_Rio_de_Janeiro/49/" target="_blank"&gt;Salas de cinema art déco no Rio de Janeiro&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt; apresenta um trabalho apurado de pesquisa, com trechos de publicações da imprensa da época, croquis e fotos históricas dos cinemas da cidade do Rio de Janeiro. O livro é resultado de uma dissertação de mestrado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, mas longe de termos técnicos e academicismos, apresenta numa linguagem clara, a importância do cinema para a arquitetura &lt;i&gt;art déco&lt;/i&gt; no Rio de Janeiro, mesclando influências tradicionais e de vanguarda com sistemas construtivos modernos. O livro também faz um panorama da evolução histórica do cinema no mundo e no Brasil, como propagador de cultura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormalCxSpMiddle" style="text-align: right;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Elisabete de Jesus Estumano Freire&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-286117496530247685?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/286117496530247685/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=286117496530247685&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/286117496530247685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/286117496530247685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/11/resenha-do-livro-salas-de-cinema-art.html' title='Resenha de &apos;Salas de cinema art déco no RJ&apos;'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dIJu2Tmku3o/Tq_lLI41BPI/AAAAAAAAABs/HHD8hWcs-bc/s72-c/Capa+frente+%2528final%2529+menor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3819059520287685005.post-5945830614764471464</id><published>2011-10-31T10:19:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T12:01:28.035-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial'/><title type='text'>Bem-vindos ao Blog da Editora Apicuri</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_q3jyJiKAIc/Tq7wDAxIcrI/AAAAAAAAABk/wSsF90H1ZXk/s1600/modelo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-_q3jyJiKAIc/Tq7wDAxIcrI/AAAAAAAAABk/wSsF90H1ZXk/s400/modelo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;A partir de hoje, o site da Apicuri possui um blog. A proposta é que nele apareçam textos, reflexões, delírios e sonhos da equipe, dos autores e de convidados da Apicuri.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Como sou a editora da mesma faço a abertura da série e o convite para integrá-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Nasci no século passado, em 1953. Já havia televisão no Brasil, inaugurada em 1950. Já havia telefone também, não para todos e nem telefonia móvel. Telefone era artigo de luxo, conseguido por poucos no Brasil. Internet então, nem pensar. Parece que já havia protótipos de computador que ocupavam sala inteira e foram desafiados por Einstein, não a responderem uma pergunta mas a FAZEREM uma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Nos anos 1950 tb moças escreviam diários que eram guardados a sete chaves, para que ninguém soubessem os arroubos que as acometiam ou os sonhos que, porventura, imaginassem. Por isso estranho, mas quero, escrever para o blog da Apicuri com certa regularidade neste século pós-moderno em que passamos a perna no Big brother, e nós mesmos resolvemos ir para o ciber espaço e exibir nossos delírios, devaneios e reflexões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Também não nasci editora, a idéia me surgiu ainda na academia – fui professora de História em Universidades privadas durante vinte anos – ao ver tanta pesquisa e tantos textos de qualidade serem produzidos e não publicados. Durante as bancas de defesa das Teses e Dissertações, muitos trabalhos são agraciados com a distinção “altamente recomendado para publicação”, publicação por quem, cara pálida? Daí resolvi abrir uma editora e me reinventar, palavra/atitude da moda. Dinheiro próprio não possuía, mas um sócio, companheiro de vida e de delírio – abrir editora no Brasil beira a isto – resolveu bancar a viagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Começamos em 2007 e tivemos vários problemas - conto outro dia - e muita realização. Em 2011, temos mais de 40 títulos publicados e dois livros premiados. Publicamos livros com auxílio FAPERJ, em co edição com a PUC, a UNB e a UNIVERSO e com alguns autores que financiaram a própria edição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros livros produzidos eram da área de História, que eu mais conhecia e tinha condição de avaliar. Mas logo textos de Ciências Sociais, Antropologia, Comunicação e Relações Internacionais de qualidade chegaram e se transformaram em livros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Convoquei amigo para trazer textos sobre Arte Contemporânea e o foco da editora se abriu. Ano que vem ficção? Quem sabe?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Nestes quatro anos tenho me tornado editora e aprendi que autores odeiam críticas ao próprio texto, acreditam piamente que sua escrita é irretocável e pensam que se produz um livro num piscar de olhos. Mas tem valido a pena. Li e publiquei textos muito bons, onde pesquisa, rigor teórico e leitura agradável se encontraram. E encontrei autores que se tornaram parceiros, quase cúmplices, acreditaram que vale a pena existir uma editora de livros acadêmicos e lutam pela continuidade da mesma divulgando seus livros e a editora, levando-os para todos os eventos que participam, apresentando textos de qualidade para serem publicados. Exibem sorrisos de felicidade ao verem o livro pronto e orgulhosos convidam alunos, ex casos, amigos reais e virtuais, parentes e aderentes para o lançamento. O livro vende e a editora respira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;br /&gt;Encontrei pessoas bacanas pelo caminho que me ajudaram a montar a editora e a produzir livros de qualidade. Comecei com uma equipe neófita, como eu, mas a resposta foi excelente. Melhor do que experiência, ou tão boa quanto, é o desejo. Toda a equipe da editora deseja que ela cresça e apareça e só tenho a agradecer a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim... segue o baile e o blog.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: #2a1f03; font-family: 'Palatino Linotype', serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Rosangela Oliveira Dias&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3819059520287685005-5945830614764471464?l=apicuri.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apicuri.blogspot.com/feeds/5945830614764471464/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3819059520287685005&amp;postID=5945830614764471464&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5945830614764471464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3819059520287685005/posts/default/5945830614764471464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apicuri.blogspot.com/2011/10/bem-vindos-ao-blog-da-editora-apicuri.html' title='Bem-vindos ao Blog da Editora Apicuri'/><author><name>Editora Apicuri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09408100106426565766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='14' src='http://1.bp.blogspot.com/-jDn0eiqJcFI/Tq7dbI34YtI/AAAAAAAAAAU/K4wjZswEqBs/s220/logo_apicuri_pt.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_q3jyJiKAIc/Tq7wDAxIcrI/AAAAAAAAABk/wSsF90H1ZXk/s72-c/modelo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
